As 10 melhores (e piores) cidades para se viver, classifica The Economist

Novo ranking mede atributos das cidades, como progresso, espaço verde e poluição para determinar índice

A The Economist Intelligence Unit, unidade de pesquisa econômica da revista britânica The Economist, divulgou um novo ranking sobre as melhores e piores cidades para se viver.

No topo das melhores está Hong Kong, seguida por Amsterdam, Osaca, Paris e Sydney. Na outra ponta, Teerã, Nairóbi e Lusaka estão entre as piores para se viver. As informações são do site SmartPlanet.

A EIU se utiliza de sete métricas combinadas para julgar a “habitabilidade” de cada cidade do mundo, são elas: capacidade de expansão (relação entre o espaço físico disponível e o número de habitantes), espaço verde (baseado na distribuição de espaços verde dentro da região metropolitana), recursos naturais (quantidade de áreas naturais protegidas dentro da cidade), ativos culturais (patrimônios mundiais da Unesco), conectividade (número de linhas aéreas), nível de isolamento (número de cidades vizinhas) e grau de poluição (quanto a cidade e as regiões vizinhas emitem poluição).

 

Utilizando estes critérios, as 10 melhores cidades para se viver são:

Hong Kong (China)

Amsterdã (Holanda)

Osaka (Japão)

Paris (França)

Sydney (Austrália)

Estocolmo (Suécia)

Berlim (Alemanha)

Toronto (Canadá)

Munique (Alemanha)

Tóquio (Japão)

 

Já as 10 piores são:

Teerã (Irã)

Nairóbi (Quênia)

Lusaka (Zâmbia)

Phnom Penh (Camboja)

Carachi (Paquistão)

Dacar (Senegal)

Abidjão (Costa do Marfim)

Daca (Bangladesh)

Lagos (Nigéria)

Harare (Zimbábue)

 

Hong Kong foi eleita  a melhor cidade paea se viver. Foto: Divulgação
Hong Kong foi eleita a melhor cidade paea se viver. Foto: Divulgação
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