Aí, sim, seria demais – Walter Gomes

Credibilidade em declínio na Copa do Mundo, a equipe do Brasil é alvo de piada até de político que aparece…

Credibilidade em declínio na Copa do Mundo, a equipe do Brasil é alvo de piada até de político que aparece em público com a camisa verde-amarela.

Hoje de manhã, na caminhada diária no Parque da Cidade, em Brasília, um deputado sulista, milionário de voto e apaixonado por futebol, disse que estava perplexo com a fragilidade emocional dos atletas e a agressividade do técnico à beira do campo. Gaúcho, o parlamentar conhece o conterrâneo desde o tempo em que o treinador “era medíocre zagueiro do Juventude (Caxias do Sul)”.

Mesmo receoso, mantém a expectativa de a seleção chegar à final. Teme, porém, que, se tremer no primeiro tempo do jogo de sexta-feira diante da Colômbia, possa ser saudada, na volta para a segunda etapa, com o coro:

“O time dos chorões chegou.”

Armas em riste

Um confronto de políticos incisivos, no Ceará.

Essa é a prévia da campanha eleitoral, tanto para a governança local quanto para a Presidência da República.

No caso de senador, os elevados índices das intenções de voto em Tasso Jereissati levam a crer que o tucano recupere o mandato perdido em 2010. Sublinhe-se, no entanto, que o adversário dele – Mauro Benevides, filho (PROS) – coleciona vitórias nas disputas para o Legislativo estadual.

Líder do PMDB no Senado e em conexão com o bem situado PSDB regional, Eunício Oliveira lidera as pesquisas para suceder a Cid Gomes (PROS), aliado com o qual rompeu. Entretanto, o cenário ganha outra cor forte com o lançamento da candidatura oficial.

O ungido foi o petista Camilo Santana (foto), mais bem votado entre os membros da Assembleia Legislativa eleitos há quatro anos.

Dilma Rousseff, embora contabilize altas perdas cearenses, deve ser a mais votada para o Palácio do Planalto.

Estão no embalo

Semelhanças e diferenças entre candidatos ao poder potiguar.

Reduza-se o número ao par em condições de concorrer.

Henrique Eduardo Alves e Robinson Faria têm egos delirantes.

Distingue-os a relação com os adversários.

O porta-estandarte do PMDB – “ex-radical”, como se define – se amolda à realidade que leva ao diálogo. O representante do PSD considera-os inimigos.

– Razoável previsão de quem conhece as duas casas do Parlamento em tempo de eleição. Para votar a LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias), os congressistas terão apenas o período 14 a 17 do mês em curso.

– O Palácio do Jaburu continua residência oficial de um paulista, independentemente da reeleição de Michel Temer (PMDB) ou da vitória de Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).

– Heráclito Fortes, quadro nacional do PFL (o desengonçado DEM de agora), é ascendente prócer do PSB. Sob a bandeira do socialismo nativo, o piauiense pretende voltar ao Congresso. Foi senador e deputado e, para recuperar a cadeira parlamentar, candidata-se à Câmara.

– Nova pesquisa situa Fernando Pimentel na liderança para governador de Minas Gerais. Assinada pelo instituto MDA/EM Data, o petista é o preferido de 27,5% dos eleitores. O tucano Pimenta da Veiga crava 15,1%. Os outros concorrentes somam 12,4%.

– Quinta-feira, em Curitiba, Gleisi Hoffmann (PT) recebe o apoio público da presidente Dilma Rousseff. Candidata a governadora do Paraná, a senadora enfrenta um ex-chefe do Executivo – Roberto Requião (PMDB) – e o recandidato Beto Richa (PSDB).

– Cuide do seu filho antes que um traficante o adote.

– Mais uma retificação para baixo do PIB deste ano. O crescimento do Produto Interno Bruto deve ficar em 1,1%, opinam analistas de tendência do mercado nacional. Com referência à taxa de inflação, há unanimidade: continua em alta, bem próxima do teto estabelecido pelo Ministério da Fazenda.

– Walter Gomes de Souza assume a diretoria-geral do DNOCS. O patrono da indicação foi Henrique Eduardo Alves, deputado-presidente da Câmara.

– Para refletir: “O meu terreiro, e também meu sacrário, é o palco” (Milton Nascimento, cantor e compositor brasileiro).

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