Além de Eike, Silvio Santos também deixou de ser bilionário, mostra Forbes

Silvio havia aparecido na lista pela primeira vez em 2013, com fortuna de US$ 1.3 bi

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O empresário e apresentador Silvio Santos teve de contentar-se em encher seu baú da felicidade com milhões de dólares em vez de bilhões, como aconteceu até o ano passado. Ao menos é isso que aponta a lista de pessoas mais ricas do mundo feita pela Forbes.

Silvio não está na lista de bilionários brasileiros da Forbes de 2014. Ele foi um dos cinco brasileiros que saíram da lista por apresentar uma fortuna menor que a de um bilhão de dólares – premissa que permeia o ranking de pessoas mais ricas do planeta.

A publicação, porém, não aponta o motivo de saída das pessoas que estavam na lista anterior.

Silvio havia aparecida na lista pela primeira vez no ano passado, com uma fortuna estimada de 1,3 bilhão de dólares, o que atribuía a ele o 36º lugar entre os mais ricos do país e o 1107º lugar no ranking dos mais ricos do mundo.

Eike Batista, empresário que já foi o homem mais rico do país e o sétimo mais rico do mundo, em 2012, com uma fortuna que chegou a mais de 30 bilhões de dólares, também deixou a lista após a queda das empresas X.

Na publicação em que aparecia, no ano passado, Silvio Santos não foi comparado pela revista aos demais bilionários brasileiros – entre eles, os irmãos Marinho, donos da Rede Globo – mas à celebridade Oprah Winfrey e aos diretores de cinema e produtores Steven Spielberg e George Lucas.

Mais baixas

O número de brasileiros na lista de bilionários da Forbes saltou de 43 para 65 neste ano – mas alguns nomes que estavam na lista do ano passado não foram citados.

Como Silvio e Eike, outros quatro nomes eram de bilionários estreantes no ranking de 2013. Antonio José Carneiro, acionista do grupo mineiro Energisa, de distribuição elétrica, que detinha estimados 1,2 bilhão de dólares, ficou de fora.

O empresário Guilherme Paulus, fundador e presidente do conselho de administração da CVC Turismo, Rosa Evangelina Penedo, herdeira de ações da CCR, e Antonio Molina dos Santos, controlador do grupo Marfrig, também.

 

Fonte: Exame

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