Aliado até setembro passado, Garibaldi é contra a cassação de Rosalba Ciarlini

Líder do PMDB afirma que MARCCO é entidade “respeitável”, mas o que importa é a “peça acusatória”

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Alex Viana

Repórter de Política

O ministro da Previdência, Garibaldi Filho (PMDB), se disse contrário, a priori, à instalação de um impeachment contra a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), de quem foi aliado até setembro do ano passado, quando rompeu juntamente com o PMDB, passando a defender a candidatura do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, a governador.

Instado a falar se seria favorável ao impeachment, o ministro disse que, à primeira vista, não seria favorável. “Não. Assim, à primeira vista, não sou favorável ao impeachment. Acho que qualquer norte-rio-grandense, com responsabilidade de ser mandatário do povo, teria que analisar detalhadamente”, afirmou, evitando aprofundamento na matéria.

Instado a falar se seria favorável ao impeachment, o ministro disse que, à primeira vista, não seria favorável. “Acho que qualquer norte-rio-grandense, com responsabilidade de ser mandatário do povo, teria que analisar detalhadamente”, afirmou, evitando aprofundamento na matéria.

Sobre o Movimento Articulado de Combate à Corrupção (MARCCO), autor do pedido, Garibaldi disse se tratar de entidade respeitável, mas que o que vale é a fundamentação. “Por mais respeitável que seja a entidade, o que vale é a peça acusatória”, disse.

A Assembleia analisa, desde a semana passada, pedido de impeachment contra a governadora Rosalba Ciarlini. A entidade acusa a chefe do executivo de crime de responsabilidade e pede o afastamento dela do cargo. Na próxima terça-feira, a matéria deverá ganhar um relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que terá de dar parecer sobre a sua admissibilidade.

 

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