Associação repudia fechamento de UTI do Hospital da PM pelo Governo

Os médicos serão remanejados para o Walfredo Gurgel. Segundo o presidente da Associação, a medida trará sérios prejuízos aos militares e à população que também é atendida pelo Hospital da corporação

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A recente decisão do Estado de remanejar os médicos que atuam na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Central Coronel Pedro Germano, mais conhecido como Hospital da Polícia Militar, não foi bem recebida pelos militares estaduais. De acordo com o titular da Associação de Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBM/RN), Eliabe Marques, a medida reflete-se no descaso total do Poder Executivo à classe. O Hospital, que há mais de um ano não conta com uma equipe efetiva de psicólogos e psiquiatras ficará também sem UTI ativa, por tempo ainda indeterminado.

“É no mínimo contraditório para todos nós militares da PM aprovar a decisão do Governo, principalmente porque nos últimos meses foi anunciada a ampliação do quadro de funcionários do Hospital, por meio de novas convocações, com a função de desafogar outras unidades médicas do Estado”, comenta.

Eliabe também afirma que a ASSPMBM/RN irá cobrar providências dos agentes e órgãos públicos responsáveis pela medida, bem como do Comando Geral da PM, para suprir a demanda de profissionais do Hospital da Polícia Militar, que também realiza atendimentos voltados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). “Nós repudiamos essa atitude do Governo, que demonstra, mas uma vez, a falta de comprometimento com que tem lidado com as nossas demandas”, completa.

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