Atalhos do cotidiano – Vicente Serejo

Há quem diga que mentiras que repetidas muitas vezes se tornam verdades. Scherazade, a contadora de histórias intermináveis da lenda…

Há quem diga que mentiras que repetidas muitas vezes se tornam verdades. Scherazade, a contadora de histórias intermináveis da lenda da antiga Pérsia, entendeu bem o que é instalar e manter um hábito. Ela fascinou o rei ao narrar histórias fantásticas por mil e uma noites, poupou sua vida e ganhou o seu eterno amor, desenvolvendo nele o hábito de ouvir seus relatos. Relatos, por sua vez, modificados ao longo dos tempos, exatamente por outros hábitos na forma de contá-los. Talvez, de forma exagerada, esta metáfora traduza o processo da habituação em nossas vidas.

Os hábitos são a forma encontrada pelo cérebro de poupar esforços e energia – atalhos que automatizam comportamentos básicos, como andar, escolher o que comer, enquanto essa energia mental pode ser utilizada para atividades cognitivas mais complexas. No livro “O Poder do Hábito”, o autor Charles Duhigg explica que a habituação é inevitável na vida. Embora, possam existir hábitos positivos e negativos.

Os hábitos se estabelecem por um processo de loop, composto por três estágios – uma deixa (estímulo que manda o cérebro entrar em modo automático e indica qual hábito deve ser usado), uma rotina (que pode ser física, mental ou emocional) e uma recompensa (ajuda o cérebro a saber se vale a pena memorizar este loop específico para o futuro). Quando se inicia um hábito, é natural a resistência. Mas se há persistência, aumentando a frequência das tentativas, é possível adquirir e manter o novo hábito. É preciso gerar novas oportunidades para que novos hábitos sejam adquiridos.

No início, aspectos externos fazem a pessoa continuar uma prática, como um elogio, por exemplo, mas somente quando a recompensa passa ser interna (ou natural) é que a manutenção do bom hábito está assegurada. Buscar atalhos mais eficazes e positivos para as diversas situações da vida pode não ser tão fácil, mas, sem dúvida, caminhos com novos sentidos e novas habilidades são muito mais enriquecedores.

w Tensão Pós-Convenção

Insatisfeito com o DEM, o suplente de vereador Ney Lopes Jr não pretende ficar por muito tempo na legenda. “Na hora certa, irei me desfiliar, porque tenho um compromisso legal de permanência”, declarou. Se o vereador Dagô tiver êxito na eleição como deputado estadual, ele deve assumir uma cadeira na Câmara de Natal.

 

w Primeiro Suplente

O ex-secretário de Estado do governo Wilma de Faria, Jean Paul Prates, deverá ser o primeiro suplente da senadorável Fátima Bezerra (PT). Ele comunicou sua indicação em suas redes sociais.

 

w Taça do Mundo

Do economista Ricardo Amorim em suas redes sociais: “A Copa mal começou, mas já sabemos quem ganhou: a CBF. Seu faturamento cresceu de R$ 100 milhões em 2006, antes de o Brasil ser escolhido para sede, para R$ 452 milhões no ano passado”.

 

w Simbolismo

do São João

A escola de Filosofia Nova Acrópole, de Nova Parnamirim, realiza palestra sobre o simbolismo do São João, nesta quarta-feira (18), às 20h. O evento apresentará as origens e o significado dessa tradição milenar da humanidade. A entrada é gratuita.

w Arte e terapia

Em parceria com o IFRN, pacientes com transtornos mentais do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) Leste, em Petrópolis, iniciaram a pintura do muro da fachada da instituição, em um trabalho de arte e terapia.

 

w Exposição

Recomeçando as atividades, o Museu Djalma Maranhão está com a exposição de longa duração “Atos de Memória: tradição e cultura do povo potiguar”, dividida em quatro módulos: folguedos e danças tradicionais do RN; encantos do João Redondo; saberes e fazeres do povo potiguar e atos de memória.

 

w Prêmio

Jornalistas de todo o Brasil terão mais tempo para efetuar sua inscrição no Prêmio Estácio de Jornalismo. As reportagens veiculadas entre 11/06/2013 e 10/06/2014, que tenham o Ensino Superior como tema central, poderão ser enviadas até o dia 20/06.

 

w Ponto de

arrecadação

O Natal Shopping é mais um ponto de arrecadação de doações, especialmente de alimentos e materiais de limpeza, para as famílias que ficaram desabrigadas devido aos deslizamentos de terra na comunidade de Mãe Luiza.

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