Black Friday: comércio eletrônico bate recorde de visitas no Brasil

A repercussão do evento cresceu 0,19 ponto percentual ante 2012

A Black Friday em um supermercado na zona oeste de São Paulo começou ainda na noite de quinta-feira. Foto: Ricardo Matsukawa
A Black Friday em um supermercado na zona oeste de São Paulo começou ainda na noite de quinta-feira. Foto: Ricardo Matsukawa

O grupo Compras e Classificados, que contempla sites de e-commerce (comércio eletrônico), atingiu na Black Friday deste ano a maior participação em visitas dos últimos dois anos no Brasil, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira pela Serasa Experian, com base em dados da Hitwise, ferramenta líder de inteligência em marketing digital. Na sexta-feira, o grupo registrou 6,56% de participação de visitas frente ao mercado em geral e ficou em 4º lugar entre os mais acessados da internet no País.

A repercussão do evento cresceu 0,19 ponto percentual ante 2012, de acordo com o levantamento. O número de acessos dobrou entre os usuários que não entravam em sites de e-commerce a 30 dias ou mais até a Black Friday.

As categorias mais visitadas antes dos sites de e-commerce foram ferramentas de busca, com 32,95% do total, redes sociais e fóruns, com 14,84% do total, e as próprias lojas de departamento, com 13,91% do total.

O tempo médio das visitas aos sites de e-commerce subiu, passando de 7 minutos e 37 segundos no ano passado para 9 minutos e 17 segundos neste ano.

Site bate recorde de reclamações
O site Reclame Aqui, especializado em reclamações de consumidores, criou uma página especial para avaliar os serviços durante a Black Friday. De 0h de sexta-feira até 0h de sábado o site recebeu 3.069 denúncias. Contando o RA Chat, canal que integra os chats das lojas com o Reclame Aqui, foram registradas 7.606 reclamações.

Fraude 
A Fundação Procon-SP anunciou na sexta-feira que investigará 87 denúncias de fraude nas “promoções” da Black Friday brasileira. De acordo com o órgão de defesa do consumidor, houve “alguma evolução” quanto às informações divulgadas pelas empresas anunciantes, na comparação com o ano passado. No entanto, os compradores relataram problemas como instabilidade dos sites, “maquiagem” de descontos, redução de preço muito pequena perto da expectativa gerada e problemas na hora de fechar o negócio.

 

Fonte: Terra

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