Boa nova no mercado imobiliário: a valorização de lotes do AlphaVille

- Após um período de estagnação que demorou quase meia década, o mercado imobiliário da região metropolitana de Natal está…

- Após um período de estagnação que demorou quase meia década, o mercado imobiliário da região metropolitana de Natal está observando, desde os últimos meses de 2013, uma rápida valorização dos lotes de terrenos no Condomínio AlphaVille, localizado às margens da rodovia Rota do Sol, no município de Parnamirim, proximidades da Praia de Cotovelo.
- Apesar do alto padrão do empreendimento, que repete em nosso meio um conceito de urbanismo muito bem sucedido em outras grandes cidades brasileiras, causava certa estranheza o fato de os preços dos lotes terem ficado tanto tempo sem sair do lugar, fazendo com que muitos dos investidores se sentissem como se tivessem um mico nas mãos.
- Na opinião de alguns operadores do mercado de imóveis, o que deu causa ao problema foi a grande quantidade de pessoas em Natal que, excessivamente confiantes no sucesso do Condomínio AlphaVille, decidiu-se pela compra de lotes não com a intenção de ali construir suas casas e gozar das vantagens de viver num ambiente seguro e bem estruturado, mas acreditando numa valorização ultrarrápida dos terrenos, o que geraria lucro fácil.
- De fato, quem teve a chance de aproveitar os preços e condições de lançamento e cuidou de passar os lotes adiante no curtíssimo prazo, chegou a ganhar até mais de 100 por cento no negócio. Mas quem já os adquiriu numa segunda fase, com a esperança de novas altas, frustrou-se, pois a lei da oferta e da procura se impôs. Como havia mais gente querendo vender do que gente querendo comprar, os preços caíram ou estacionaram.
- Agora, que está ocorrendo uma ocupação mais intensiva dos lotes do AlphaVille por construções de residências de qualidade superior; e que a classe média alta da capital – convencida pela falta de segurança que toma conta das ruas e avenidas natalenses – se convenceu de que a opção pela moradia em condomínios fechados é uma das poucas soluções para se livrar da onda de assaltos, a procura pelo megaempreendimento imobiliário está ultrapassando a oferta.
- Lotes que até três meses atrás podiam ser comprados por R$ 180 mil, com possibilidade de parcelamento, hoje não saem por menos de R$ 230 mil, à vista. Com perspectivas de aumentos bem acima de inflação.

Anorc retomará atividades em fevereiro promovendo série de palestras técnicas

- A Associação Norte-rio-grandense de Criadores, como faz tradicionalmente, ficará todo o mês janeiro (período do veraneio) em recesso, só retomando suas atividades regulares do dia 3 de fevereiro.
- Até lá a Diretoria da entidade estará empenhada em encontrar soluções para superar a crise financeira em que a entidade de classe se encontra desde que o Governo do Estado deixou de honrar sua parte (R$ 230 mil) no patrocínio das despesas decorrentes da “Festa do Boi 2013″, que ultrapassaram a soma de R$ 1,2 milhão e praticamente zeraram o seu caixa.
- A situação poderia ter sido contornada se a receita decorrente do aluguel do Parque Aristófanes Fernandes à empresa Destaque Promoções (para a realização da última edição do Carnatal) tivesse sido repassada à Anorc. Houve, entretanto, uma ação do Ministério Público da Comarca de Parnamirim que impediu esse repasse.
- Diante disso, após pagar quase cem por cento das despesas com a maior exposição agropecuária e maior feira de negócios do Rio Grande do Norte, a Associação dos Criadores ficou sem condições de quitar as contas de energia do Parque referentes aos meses de outubro e novembro, que se aproximam dos R$ 100 mil. Assim, o Parque ficará às escuras até que se consiga um acordo de parcelamento do débito junto à Cosern, o que está sendo providenciado.
- Quando retomar as atividades regulares, uma das primeiras providências da Diretoria da Anorc será a promoção de uma série de palestras técnicas a cargo de expositores de prestígio nacional no meio agropecuário.

 

BNB dispõe de recursos para financiar projetos de combate à desertificação

- O Banco do Nordeste lançou edital de apoio a projetos de pesquisa e difusão de tecnologias de combate à desertificação ou de convivência com as secas tão comuns no semiárido. Ao todo, foram disponibilizados R$ 3 milhões, recursos não reembolsáveis oriundos do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci).
- O edital estará disponível para consulta no site do BNB (www.bnb.gov.br), entre os dias 27 de janeiro e 25 de abril do corrente ano, período em que as propostas deverão ser apresentadas, exclusivamente via Internet.
- Os interessados devem utilizar o sistema de gerenciamento de convênios, localizado no endereço http://www.bnb.gov.br/fundeci. A divulgação do resultado da pré-seleção está prevista para 30 de junho de 2014.
- “Os temas e linhas de pesquisa do edital contribuem para o desenvolvimento do semiárido brasileiro e para a mitigação de riscos de operações de crédito realizadas nessa região, que é prioritária para as aplicações do Banco do Nordeste”, segundo afirma o gerente de Ambiente de Programas Especiais e de Fundos de Pesquisa do BNB, Antonio Roberto Albuquerque Silva.
- O valor de cada projeto aprovado não pode ser inferior a R$ 50 mil nem superar o teto de R$ 300 mil, assegurando-se pelo menos 40 por cento dos recursos para projetos de difusão. A avaliação dos projetos será efetuada por uma comissão formada por técnicos especializados do próprio Banco.

Venda de milho em balcão foi destaque nas operações da Conab no NE em 2013

- As operações de venda de milho dos estoques reguladores do Governo Federal, a preço subsidiado, realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos Estados nordestinos durante o exercício de 2013, atingiram 590 mil toneladas e atenderam a cerca de 200 mil criadores da região, entre produtores de leite, suinocultores e avicultores.
- Também ao longo do ano passado a Conab realizou leilões de Contrato de Opção Venda de milho, ofertando 2,5 milhões de toneladas, das quais 2,08 milhões foram negociadas, garantindo boa remuneração aos produtores.
- Outra operação que teve destaque em 2013, em relação ao milho, refere-se ao Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), que favoreceu principalmente aos produtores do Mato Grosso. O Pepro é uma subvenção econômica onde o produtor rural, ao arrematar o prêmio em leilão, se compromete a vender o volume adquirido pela diferença entre o Preço Mínimo estabelecido pelo governo federal e o valor adquirido. Isso assegura que a venda ocorra a um preço justo para o produtor.

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