CASSAÇÃO

O Tribunal Regional Eleitoral deverá votar na próxima semana, a cassação do deputado Federal João Maia. O parlamentar foi condenado…

O Tribunal Regional Eleitoral deverá votar na próxima semana, a cassação do deputado Federal João Maia. O parlamentar foi condenado em primeira instância ao pagamento de multa de R$ 5 mil e inelegibilidade. O Procurador da República Paulo Sérgio Rocha, emitiu parecer contrário ao recurso de João Maia. Se for cassado, o irmão de Agaciel perde o mandato de imediato.

SARAMPO

A partir do segundo semestre de 2013, o TRE já havia dado demonstrações que não seria mais conhecido como sarampo, que só pegava os pequenos. A Corte Eleitoral passou a adotar posições firmes mesmo com políticos graúdos. Cassou e afastou a governadora do Estado, cassou uma deputada estadual (Larissa Rosado) e cassou a prefeita de Mossoró 7 vezes, deixando todas inelegíveis.

PROJETO

A pressão de alguns políticos do Estado é grande em relação a esse julgamento. Afinal, caso João Maia seja cassado, o projeto político do deputado Henrique Alves fica ameaçado, pois o irmão de Agaciel seria seu candidato a vice-governador. O senador José Agripino também tem interesse nesse projeto, pois mantém a coligação proporcional com o PMDB e salva o mandato de Felipe Maia.

PRESSÃO

A pressão é tão gigantesca que produziu duas situações: a primeira é que os políticos deixaram em segundo plano a salvação da prefeita de Mossoró, Cláudia Regina; a outra é que Sherloquinho soube que dois juízes do TRE já pediram afastamento para não comparecer à sessão. A turma vem com força. Será que vai conseguir dobrar?

CASAMENTO

A ‘paquera’ do PSD do vice-governador Robinson Faria com o PT da deputada Fátima Bezerra, evoluiu para um namoro e pode terminar em casamento. Como o PT foi deixado na porta do altar pelo PMDB, o pai de Fábio consolou a legenda de Dilma com a promessa de uma vida feliz. O casal está se conhecendo melhor para definir a data do matrimônio. O dinheiro para a lua de mel, segundo Sherloquinho, virá do Baú da Felicidade.

DEFINIÇÃO

As conversas do PT de Fátima com o PSD de Robinson realmente estão evoluindo para a definição da primeira chapa majoritária da sucessão de Rosalba. Embora tenha dito que somente em março terá o nome para disputar a candidatura de governador, o PMDB também está cada vez mais próximo de fechar a chapa com Wilma de Faria para o Senado e Fernando Bezerra para o Governo. Com um detalhe: Bezerra pode ser substituído por Henrique e Wilma ainda não disse sim ao PMDB.

DISCURSO

Como as coisas mudam em nosso Rio Grande do Norte que não muda quase nada. Em 2010, Rosalba ganhou a eleição em primeiro turno criticando o ‘desgoverno’ Wilma de Faria, que teria afundado o RN. Quando assumiu, a Rosa aprofundou o discurso e acrescentou que Wilma havia ‘quebrado’ o Estado. Três anos depois, Wilma vai ao interior e sua assessoria manda a seguinte manchete da visita: “Wilma agrega diferentes partidos que querem resgatar RN do abandono”. E acrescenta: “Presidente do PSB/RN quer união de esforços para projeto de reconstrução do estado”.

CONFUSÃO

Já que Wilma leva esse discurso de reconstrução do RN ao interior, como será que vai ficar no mesmo palanque com Garibaldi, que usou o mesmo tema para dizer que foi Wilma que destruiu o Estado e ele queria reconstruir com Rosalba?

APOIO

O silêncio de definição do prefeito Carlos Eduardo em relação à sucessão 2014, rendeu ao marido de Andréa, a condição de apoio extremamente significativo neste momento de articulações. Ou seja: o apoio do prefeito de Natal para Fernando Bezerra e Wilma ou Robinson Faria e Fátima, poderá produzir um efeito grande de crescimento na chapa.

RESPALDO

Carlos Eduardo é dependente da ajuda do Governo Federal. Hoje, quem abre as portas em Brasília para que o filho de Agnelo traga recursos para Natal é o deputado Henrique Alves de forma mais predominante, sendo coadjuvado pela deputada Fátima Bezerra. Resta saber se o prefeito vai ficar ao lado de Fátima, que é do PT de Dilma; ou de Henrique, que é do PMDB de Michel Temer e também tem força na capital da República.

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