Corretor assassinado já havia sido preso por tráfico internacional de drogas

Taís Aires, da 15ª DP, disse que suspeito havia suprimido o primeiro nome. Ele teria sido preso pela PF em 2010 por tráfico de drogas

Crime aconteceu em condomínio no conjunto Ponta Negra, em Natal. Foto: Maurício Teixeira
Crime aconteceu em condomínio no conjunto Ponta Negra, em Natal. Foto: Maurício Teixeira

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte afirma que o corretor de imóveis César da Silva Melo, morto na manhã desta segunda-feira (20) em condomínio na zona Sul de Natal, estava usando um nome falso. Segundo a delegada Taís Aires, da 15ª Delegacia de Polícia do bairro de Ponta Negra, o homem havia sido preso pela Polícia Federal em 2010.

A delegada que investiga o caso explicou que o verdadeiro nome da vítima é Romeu César da Silva Melo. “Ele havia subtraído o primeiro nome, portanto, estava usando documentos falsos quando foi morto”, falou.

De acordo com Taís, em 2010 o corretor foi preso por tráfico internacional de drogas. “Ele foi detido pela Polícia Federal por traficar drogas que eram oriundas da Bolívia”. Ainda segundo a delegada, César é natural de Itaú, município da região Oeste do Rio Grande do Norte.

O crime

Romeu César da Silva Melo foi morto na manhã desta segunda-feira (20) dentro do condomínio Luau de Ponta Negra, no conjunto Ponta Negra, na zona Sul de Natal. De acordo com a Polícia Militar, ele era corretor de imóveis e morreu após ser atingido por vários tiros disparados por dois homens que estavam no estacionamento do prédio.

Segundo o tenente Faustino Júnior, do 5º Batalhão de Polícia Militar, o César estava com a esposa e o filho indo em direção ao carro quando dois homens o abordaram. “O condomínio está em obras e a informação que recebemos foi que os dois suspeitos se apresentaram como funcionários da obra. Quando o César desceu com a família, eles se aproximaram e efetuaram os tiros”, disse o tenente.

De acordo com o policial militar, o corretor de imóveis foi baleado na cabeça com tiros de pistola calibre .40 e 9mm. “A maioria dos tiros foi na cabeça. Eles atiraram também contra a mulher e o filho do corretor, mas ela conseguiu fugir e levar o menino”, falou o tenente Faustino.

Fonte:G1

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