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‘Couro de Sapo’ é preso acusado de assalto e estupro em Parnamirim

Data: 03 janeiro 2013 - Hora: 14:11 - Por: Portal JH

O homem acusado de estuprar uma mulher nas proximidades da Maternidade Divino Amor, no dia 21 de dezembro passado, foi detido ontem pelos policiais civis da delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Parnamirim. Ele foi identificado através das imagens do sistema de monitoramento eletrônico do estabelecimento e estava sendo procurado desde o crime.

Segundo o chefe de investigação da Deam-Parnamirim, Adonis Azevedo, o acusado foi preso em um bar próximo ao Parque Aristófanes Fernandes, às margens da BR-101 e não resistiu à prisão. Josinaldo Alves é conhecido pelo apelido de “Couro de Sapo” e é foragido do Centro de Detenção Provisória (CDP) do município desde novembro, onde cumpria pena em regime semiaberto.

“A vítima o reconheceu e disse que foi abordada por ele quando passava próximo à Maternidade Divino Amor, no Centro de Parnamirim. Ele anunciou o assalto, obrigou a vítima a segui-lo e disse que, se ela tentasse fugir, iria atirar contra ela. O acusado a levou para o matagal e a violentou, depois, fugiu”, disse.

Bastante nervosa, a vítima denunciou o fato à Polícia Civil, que começou a investigar o fato e solicitou as imagens do sistema de monitoramento da maternidade, que auxiliaram na identificação do acusado. Adonis disse ainda que “Couro de Sapo” foi detido inicialmente por ser foragido da Justiça e que a delegada Patrícia Gama irá solicitar a prisão preventiva dele pela acusação de estupro e de dois assaltos.

“Já o ouvimos em depoimento e hoje mesmo ele será transferido para o CDP de Pitimbu, onde ficará à disposição da justiça. Felizmente, conseguimos retirá-lo das ruas, antes que fizesse uma nova vítima. Só não conseguimos encontrar a arma que ele usou para abordar a mulher violentada”, disse Adonis.

Até o momento, não há suspeita de que outra mulher tenha sido atacada pelo acusado, mas, diante da divulgação do caso na imprensa, o policial civil acredita que outras vítimas possam surgir. “Esperamos sempre que não, mas vamos aguardar”, disse.

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