DECISÃO

As próximas horas poderão ser decisivas para o projeto político do deputado Henrique Alves. Racional, o filho de Aluízio pondera…

As próximas horas poderão ser decisivas para o projeto político do deputado Henrique Alves. Racional, o filho de Aluízio pondera sobre sua participação na eleição majoritária de seu Estado e sua influência no cenário nacional. Hoje, a situação é de absoluta indefinição, principalmente pelo fato de que Henrique não conseguiu o que queria em relação às articulações no RN.

 

RISCO

Potiguar com maior força e prestígio na política nacional atual, Henrique sabe que sua decisão em 2014 poderá significar muito para seu futuro. Caso seja candidato a reeleição, torna-se fortemente favorito para permanecer presidente da Câmara. Afinal, a eleição termina em outubro e a possibilidade de reeleição será em fevereiro, tempo em que Henrique permanece presidente e terá a caneta e o prestígio para tentar ser reeleito.

 

RISCO II

Caso seja candidato a governador, Henrique despede-se da presidência da Câmara e, independente do resultado local, restringe sua força ao RN. Se for eleito, será governador de um pequeno Estado para peregrinar por Brasília em busca de recursos; se perder, será um político sem mandato.

 

RISCO III

Portanto, há riscos nas duas situações em que Henrique Alves poderá enfrentar. Porém, fica claro que a possibilidade de ser reeleito presidente da Câmara dos Deputados, é a que apresenta menor risco. A tentativa de ser governador é arriscada pelo nível de rejeição de Henrique e sua baixa aceitação atual perante o eleitorado. Ter força junto à classe política não é garantia de sucesso eleitoral. Há vários exemplos nesse sentido. As dúvidas de Henrique não são tão fáceis de resolver. Mas o filho de Aluízio é cerebral o suficiente para escolher seu melhor caminho.

 

PRESSÃO

Sherloquinho afirma que pessoas ligadas ao deputado Henrique Alves, estão evitando pressiona-lo para ser candidato a governador. O motivo: se Henrique ceder e for candidato a governador e perder a eleição, vai em busca de culpados pela pressão que teria motivado a decisão. Quem quer carregar o peso de ter sido responsável pela derrota?

 

COMISSIONADOS

A reforma administrativa enviada pelo prefeito Carlos Eduardo à Câmara, apresenta reajuste salarial para os cargos comissionados do município. Correto. Afinal, há 15 anos que não há reajuste salarial para esse grupo, o que tem provocado dificuldades enormes para encontrar alguém qualificado que se submeta a receber tão pouco.

 

COMISSIONADOS II

A demora para que o reajuste dos comissionados ocorra é o medo dos gestores. Nenhum prefeito teve coragem de aumentar o salário dos comissionados com medo da pressão que poderá vir dos servidores efetivos. E ainda enfrenta a demagogia de alguns vereadores, que ficam contra somente para não desagradar os efetivos e terminam prejudicando a administração.

 

DENTISTA

A turma das redes sociais não perdoa. Tão logo saiu a matéria sobre o pagamento de R$ 51 mil do tratamento dentário do senador José Agripino pelo Senado, um gaiato soltou: “Imagine se Zé Adécio fosse senador hein? Ia quebrar o Senado”.

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