Detento de Mossoró revela plano para sequestrar ex-marido de Dilma Rousseff

Segundo a PF, investigações foram feitas desde o início da denúncia

Advogado Carlos Araújo. Foto: Divulgação
Advogado Carlos Araújo. Foto: Divulgação

O ex-marido da presidente Dilma Rousseff, o advogado Carlos Araújo, de 76 anos, seria um dos alvos de uma organização criminosa. A informação teria sido passada por um detento iraniano que está cumprindo pena por tráfico de drogas no Presídio Federal de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

De acordo com informações publicaras pelo jornal O Globo, a denúncia foi passada ao Depen (Departamento Penitenciário Nacional) para a Polícia Federal. O fato fez com que a área de inteligência da Polícia Federal deixasse Araújo sob segurança máximo do órgão durante sete dias. “Eu determinei que fosse realizada a segurança do doutor Carlos Araújo dentro dos padrões normais de segurança para casos dessa natureza. Antes disso, eu entrei em contato com ele e disse que, por cautela, seria recomendável que fosse feita a segurança pelo período necessário. Doutor Araujo disse que nada daquilo era preciso, que não achava necessário. Eu expliquei que se tratava de um procedimento padrão e que deveria ser seguido por ele” – afirmou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em declaração para O Globo.

Segundo a PF, investigações foram feitas desde o início da denúncia e se concluiu que não havia nenhum plano em andamento. Segundo a reportagem o informante não teria credibilidade, segundo a Polícia, e a maioria das informações que ele passou de dentro dos presídios de Catandúvas (PR) e Mossoró, onde está atualmente, não evoluíram. Mas a área de inteligência tratou da informação como “risco real de sequestro”.

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