Direto da Ilha da Fantasia

São três os candidatos que têm chances no embate para ganhar o Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito…

São três os candidatos que têm chances no embate para ganhar o Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal.

Nomes:

> Agnelo Queiroz (PT), em busca da recondução.

> José Roberto Arruda (PR), que tenta reconquistar o Executivo do qual foi expurgado pela Justiça.

> Rodrigo Rollemberg (PSB), ex-deputado e senador no primeiro mandato.

Fosse hoje a consulta às urnas, Queiroz e Arruda seriam promovidos ao segundo turno.

Para o Senado, o favorito é José Antônio Reguffe, da bancada do PDT na Câmara dos Deputados.

No caso da Presidência da República, quem está mais bem posicionado é Aécio Neves. Segue-o Eduardo Campos, cuja vice, Marina Silva, obteve, há quatro anos, 41,96% dos votos da capital para o Planalto. Dilma, segundo lugar em 2010, caiu para o terceiro, que fora a classificação de José Serra.

Gente que ajuda

Definidos os vices dos três principais candidatos ao Planalto.

Mantidas as composições cantadas em prosa e verso, o paulista Michel Temer (PMDB) repetirá a dobradinha com a mineira-gaúcha Dilma Rousseff (PT).

A acriana Marina Silva, fundadora da Rede Sustentabilidade, completa a chapa liderada pelo pernambucano Eduardo Campos (PSB).

Ontem, ficou definida a opção pelo paulista Aloysio Nunes Ferreira (foto), advogado de 69 anos de idade, para compor a dupla puro-sangue do PSDB. Ele será o companheiro de Aécio Neves, presidenciável mineiro.

Nunes, eleito senador em 2010 com 11,2 milhões de votos, foi, além de vice-governador de São Paulo, duas vezes deputado estadual e cumpriu três mandatos na Câmara Federal. Sob a administração Fernando Henrique Cardoso, exerceu a titularidade da Secretaria-Geral da Presidência da República e do Ministério da Justiça.

nnn

Pós-escrito: Aloysio Nunes Ferreira tem parentes no Rio Grande do Norte. Entre eles, Carlos Eduardo Alves, prefeito de Natal e presidente regional do PDT.

Tempo de baixas

O Brasil no ranking da tecnologia mundial.

No item para estimular a competitividade e o bem-estar, situa-se no lugar número 69 entre os 148 países incluídos no relatório do Fórum Econômico Mundial. Os dados foram divulgados ontem concomitantemente na Suíça e nos Estados Unidos.

Mesmo na América Latina, a República Surrealista dos Trópicos está em situação de inferioridade, se comparada a quatro nações da região: Chile (35º), Panamá (43º), Costa Rica (53º) e Colômbia (63º).

– Foi de 10,5 milhões de votos a maioria de Dilma Rousseff no Nordeste, em 2010. Conforme pesquisas conhecidas, a queda, quatro anos depois, deve beirar os 40%. Perdas nos três maiores eleitorados da região: Bahia, Pernambuco e Ceará.

– Quarta-feira (30), Graça Foster vai à Câmara dos Deputados. A presidente da Petrobras participa de audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Pauta: compra da refinaria de Pasadena (EUA) pela empresa brasileira.

– Chega às livrarias reedição de obra do francês André Maurois: ‘Depois da rainha Victoria, Edward VII’. O autor traça um perfil contraditório do monarca britânico e desenha o cenário político determinante da Primeira Grande Guerra (1914).

– Na Paraíba, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) lidera o ranking dos postulantes ao governo. Ele chefiou o Executivo estadual.

– Beneficiário da desistência de João Alves (DEM), Jackson Barreto (PMDB) aumenta o cacife para reeleger-se governador de Sergipe. Alves, prefeito de Aracaju, chefiou o Executivo estadual.

– Embora reúna pluralíssima aliança partidária, o peemedebista potiguar Henrique Eduardo Alves não pode (ainda) juntar à candidatura a governador o adjetivo qualificativo ‘favorita’. Para o Senado, Wilma de Faria (PSB) está na frente, mas Fátima Bezerra (PT) não se distancia da concorrente na corrida com obstáculos.

– Se Gilberto Kassab retirar-se do embate pelo governo de São Paulo para apoiar Paulo Skaf (PMDB), o PSD, partido que preside nacionalmente, lança, com apoio da coligação liderada pelo peemedebismo, Henrique Meirelles ao Senado. Trata-se do presidente do Banco Central na era Lula da Silva.

– Para refletir: “Escrita: arte que destelha a casa sem que os transeuntes percebam” (Carlos Drummond de Andrade, poeta, cronista e contista brasileiro).

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