Campos “abençoa” união de Wilma e Henrique mas lamenta não ter candidato do PSB no RN

A O Jornal de Hoje, ele confessou que a aliança potiguar não foi consensual e procurou amenizar as duras criticas proferidas por Marina Silva, sua correligionária

Foto: Divulgação
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Jean Valério

Cumprindo agenda em Natal nesta quinta-feira, o pré-candidato a presidente da República Eduardo Campos, ex governador de Pernambuco, concedeu entrevista, e justificou a aliança entre o seu PSB e o PMDB no Rio Grande do Norte. A O Jornal de Hoje, ele confessou que a aliança potiguar não foi consensual e procurou amenizar as duras criticas proferidas por Marina Silva, sua correligionária. Marina que classificou o PMDB como a banda mais atrasada e retrógrada da política nacional.

“A decisão não foi consensual. Isso é democracia. Que bom que convivemos com divergências. Respeitamos as especificidades locais”, declarou Campos. Mesmo tendo abençoado a aliança de Wilma de Faria (PSB) com Henrique Alves (PMDB), Eduardo demonstra frustração por não ter candidato ao governo no RN. “Se pudesse teria candidato a governador em cada estado. Só que a vida não é do jeito que a gente quer nem que a gente sonha”, concluiu o ex governador.

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