Empresas do setor de uniformes fomentam novos negócios

O objetivo dessas empresas e associações é promover comercialmente as micro e pequenas indústrias participantes do projeto

Muitos apostam em nichos nesse mercado para gerar diferenciais competitivos. Foto: Alex Régis
Muitos apostam em nichos nesse mercado para gerar diferenciais competitivos. Foto: Alex Régis

As chances de negócios no setor de uniformes profissionais, proporcionados pela realização da Copa FIFA 2014, animam empresários do segmento. Muitos deles apostam em nichos nesse mercado para gerar diferenciais competitivos. É o caso da proprietária da Nani Masion, Marília Tavares, que espera o desenvolvimento da empresa a partir do mundial.

O anseio da empreendedora é semelhante ao do setor têxtil do país que deve gerar negócios da ordem de R$ 580,4 milhões devido à Copa. O empreendimento Nani Masion, assim como a empresa Uniformize, foi uma das atrações do salão de exposições da Feira Potiguar da Indústria, que apresentou as potencialidades do setor de uniformes profissionais.

Ao observar um setor dominado pelos mesmos produtos, a socióloga Neriane Tavares resolveu apostar em um diferencial. A empresária estruturou um negócio voltado para fardamentos finos. Hoje, juntamente com as filhas Marília e Gisele Tavares, comada a empresa aberta há 15 anos. ”Esperamos que os setores com que trabalhamos sejam impactados pelo evento e isso nos proporcione novas parcerias”, afirma Marília Tavares, que aposta nos segmentos de Hotelaria e Alimentação como impulsionadores desses novos negócios trazidos pela Copa do Mundo.

A empresa Uniformize assiste os primeiros resultados trazidos pelo Mundial. O primeiro pedido de camisetas em função do evento já foi fechado. Mas as perspectivas são ainda maiores. “A Copa do Mundo é uma data que vende. Pretendemos aproveitá-la para prospectar outros clientes”, planeja um dos proprietários da empresa familiar, Marcelo Uchoa. O empreendimento tem uma produção mensal de 30 mil peças. Capacidade gerada pelas cerca de 60 máquinas da fábrica, localizada em Ceará Mirim (a cerca de 28 quilômetros de Natal), e os investimentos para a Copa do Mundo já começaram com a aquisição de mais uma delas.

 

Fonte: Sebrae RN

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