Filho de apenas 2 anos vê mãe ser decapitada em acidente com elevador

O mesmo elevador tinha sido usado pouco tempo antes pelo marido

Maxim, seu filho de dois anos, assistiu toda a cena. Foto:Divulgação
Maxim, seu filho de dois anos, assistiu toda a cena. Foto:Divulgação

Olga Tilinina, 20 anos, foi decapitada na frente do seu filho Maxim, de 2 anos, em um acidente de elevador, nesta quarta-feira (12), em Moscou.

Mãe e filho voltavam de um passeio, quando a mulher entrou no elevador na frente da criança, sem explicação, a porta do aparelho teria se fechado. Em seguida, o elevador se moveu bruscamente e o corpo de Olga ficou preso na porta. Ela não sobreviveu ao acidente.

Um amigo da família disse ao jornal britânico Daily Mail que ela tinha voltado para a casa e estava prestes a entrar no elevador com seu filho.

Diante da surpreendente falha do mecanismo, Olga só conseguiu empurrar o menino, mas as suas pernas ficaram presas. De acordo com os vizinhos, sua cabeça se chocou contra o teto da porta elevador e foi encontrada no chão do prédio.

Um dos rapazes do serviço de emergência não conteve a emoção ao testemunhar a cena:

“Seu pobre filho presenciou essa cena horrível”.

Pouco tempo antes da tragédia, Dmitry Tinilin, 24, marido de Olga, tinha usado o mesmo elevador com Egor, outro filho do casal. Quando Maxim encontrou seu pai, só conseguia dizer “mamãe, pernas”.

Nas redes sociais, Dmitry escreveu sobre o acidente e o amor que tinha por Olga.

“Você vai ficar para sempre em meu coração. Nossos filhos te amam. Eu simplesmente não consigo entender como isso foi acontecer. [...] Tenho dois filhos pequenos para criar. Vou fazer isso em memória de Olga. Nós tínhamos planos para nossa vida e agora vou fazer tudo sozinho por causa dela”.

O Comitê Investigativo da Rússia examinou o local para descobrir as possíveis causas e encontrar um responsável pelo acidente. Dmitry disse que pretende processar a empresa que gerencia o elevador por negligência.

Moradores serão interrogados e toda a documentação do prédio recolhida para análise. Segundo o comitê, só quando tiverem todos os resultados reunidos será possível saber o que fazer. Um vizinho do casal disse que moradores se queixam do elevador há anos.

Fonte:R7

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