Fla tenta repatriar Robinho para resolver crise dentro e fora do campo

Rubro-Negro autorizou vice de relações externas, Plínio Serpa Pinto, que está na Itália por compromissos pessoais, a iniciar as conversas. Em janeiro, italianos pediram R$ 18 milhões

Foto: Divulgação
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O Flamengo vive realmente um momento complicado internamente. No campo a 16ª posição no Campeonato Brasileiro incomoda e fora dele o momento político é quente. Para tentar diminuir ambos os problemas, a diretoria rubro-negra autorizou o atual vice-presidente de relações externas, Plínio Serpa Pinto, que está na Itália para compromissos pela Brasil Brokers, empresa cuja qual é presidente, a iniciar a negociação com o atacante Robinho, do Milan (ITA).

“O momento do Robinho na Itália não é o dos melhores, mas acreditamos que ainda há mercado para ele na Europa. Ele pode vir a querer voltar para o Brasil, mas deve ser razoável ao tomar uma decisão”, afirmou Serginho, representante do Milan no Brasil, que também afirmou não estar ciente da negociação.

Em janeiro, o Flamengo chegou a conversar de maneira avançada com Robinho, no entando o vice de finanças, Rodrigo Tostes, vetou a negociação por conta do alto valor. Adriano Galliani, diretor de futebol do Milan, pediu 6 milhões de euros (R$ 18 milhões na época), valor que seria impossível de ser pago pelo Rubro-Negro. No entanto, como Robinho passou a ser reserva e praticamente não entra mais nas partidas, a cúpula do Fla acredita que os valores sejam bem menores hoje em dia. Acredita-se que atualmente o jogador valha algo em torno de 3 milhões de euros (R$ 9 milhões).

O espaço dado a Plínio Serpa Pinto mostra a intenção do que tem sido chamado nos corredores da Gávea de “o novo Flamengo”, no qual o vice de relações externas teria muito mais espaço no Rubro-Negro, podendo até mesmo assumir o cargo de vice de futebol, atualmente ocupado por Wallim Vasconcellos.

Fonte: Lancenet

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