FOLHA

A coluna recebeu uma informação de fonte fidedigna, do núcleo mossoroense, da mais alta gravidade. O Governo do Estado não…

A coluna recebeu uma informação de fonte fidedigna, do núcleo mossoroense, da mais alta gravidade. O Governo do Estado não dispõe de recursos financeiros em caixa para pagar a folha do funcionalismo público referente ao mês de julho.

ROMBO
A dificuldade financeira do Governo do Estado, contrasta com a situação aparente que a Rosa e seus aliados mais próximos querem passar. A crise é grande e a governadora simplesmente não tem dinheiro para quitar o duodécimo dos demais poderes e também para quitar integralmente sua própria folha de pagamento.

FORMA
A maneira encontrada pela equipe econômica do Governo Rosalba Ciarlini para pagar a folha do funcionalismo, é escalonar o pagamento, de forma a esperar receber as parcelas do FPE, o Fundo de Participação dos Estados, creditadas pela União a cada 10 dias de cada mês.

COLAPSO
Caso realmente ocorra esse atraso no pagamento da folha, será o colapso total do Governo Rosalba, que até hoje não conseguiu se aprumar em relação aos serviços básicos ou investimentos. Contraiu uma fortuna em empréstimos, mas não consegue fazer a gestão realizar o mínimo.

COMO?
A situação caótica no aspecto financeiro do Governo do Estado, leva a questionamentos a respeito de como Rosalba conseguiu, antes de completar seu terceiro ano de administração, não ter sequer o dinheiro para pagar a folha. Terá sido o fato de que a dimensão estadual foi superior ao imaginado por aqueles que estavam acostumados a gerir prefeitura do interior?

GRAVIDADE
O quadro é tão grave que a governadora quer envolver, em seu fracasso financeiro, representantes dos demais poderes e instituições. Rosalba quer repassar para o Tribunal de Justiça do RN, a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público, a falência financeira da gestão e informar que não irá repassar integralmente o duodécimo a que cada órgão tem direito. A reação de cada um é imprevisível.

SACO PRETO
A Urbana abriu licitação para a coleta do lixo em Natal. O detalhe é que hoje, a cidade está limpa e a coleta custa cerca de R$ 2,5 milhão por mês. Com a nova licitação, o valor vai para cerca de R$ 6 milhões por mês. Qual a razão para um aumento tão grande, se a cidade está limpa atualmente com um valor bem menor? O que é que tá havendo? Será que a máfia do saco preto vai voltar turbinada?

VIOLÊNCIA
A imprensa nacional destaca que o RN é o primeiro lugar no aumento da violência entre jovens. Mais um título para a governadora Rosalba Ciarlini. Porém, essa responsabilidade não cabe somente a Rosalba, pois os números são referentes aos anos de 2001 até 2012. Portanto, o peso maior da incompetência é da gestão do PSB, especialmente Wilma de Faria.

COMEMORAÇÃO
Portanto, antes que Wilma comece a comemorar os números negativos do Governo em relação a violência, é preciso saber que a própria ex-governadora é corresponsável pela tragédia que ceifa vidas de nossos jovens e adolescentes. As duas, a ex e a atual, são idênticas na incompetência.

LISEU
Após ler a entrevista de Henrique Alves, dizendo que fez empréstimo de R$ 100 mil para pagar algo que ele não quer dizer o que é, Sherloquinho saiu com essa: “Henrique é muito cara de pau. Tem um apartamento de 3 milhões de reais, dinheiro que não acaba mais e ainda diz que fez empréstimo. Será que ele também vai se inscrever no ‘minha casa, minha vida’?”.

IRMÃO
A coluna errou ontem ao dizer que Henrique é gêmeo de Aluizinho. Na verdade, ele é gêmeo com Ana Catarina, que já disputou contra ele, a Prefeitura de Natal.

VAIA
Ontem, durante solenidade realizada em Assu, para entrega do Teatro, a governadora Rosalba Ciarlini foi vaiada. A suspeita é que a vaia tenha sido organizada por servidores da Educação, levados pelo Sinte e outros servidores da EMATER, que também estavam no local.

SAÍDA
Embora sob intensa vaia, a Rosa foi educada ao falar. Disse que estava feliz, por estar em uma ‘terra hospitaleira’ e saiu despejando elogios aos moradores de Assu, tentando evitar o confronto direto com quem estava vaiando.

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