Gringo comemora clima de Copa do Mundo: é fácil ficar com brasileiras

Alguns brasileiros dão um jeito de correr atrás do prejuízo

Nahuel Ortelli e seu amigo Patricio Bordenave dirigiram mais de 3 mil km para chegar ao País. Foto: Divulgação
Nahuel Ortelli e seu amigo Patricio Bordenave dirigiram mais de 3 mil km para chegar ao País. Foto: Divulgação

Não é só o setor do turismo que vibra  com a quantidade de estrangeiros que foram ver a Copa do Mundo de perto – são 365 mil os que compraram ingressos. Alguns brasileiros e gringos também (por que não?) veem nesse movimento de forasteiros a chance de fazer um intercâmbio cultural, digamos, mais próximo.

“Estamos buscando isso”, revela o argentino Nahuel Ortelli, que dirigiu mais de 3 mil quilômetros de Buenos Aires a Brasília. Recém-chegado ao País, ele espera ter mais chances com as brasileiras agora do que quando veio de férias, no verão. “As brasileiras ficavam só com os brasileiros”, conta. “Acho que podemos ter mais sorte agora”. Fato este comprovado inclusive por locais, que usam a fama dos gringos também para ser dar bem.

O colombiano John Lozano afirma que a tarefa tem sido relativamente fácil. Em 12 dias de Brasil, já ficou com três garotas e espera mais. Segundo ele, a amabilidade do povo e a curiosidade com os estrangeiros facilitam as coisas. “Está muito fácil (ficar com as meninas brasileiras). De modo geral, elas que acabam chegando”, afirma. Para ele, vestir a camisa da seleção nacional já é meio caminho andado.

A brasileira Janaína Nunes notou o aumento de estrangeiros nas baladas de Brasília, cidade onde mora. Apesar da novidade, ela nega interesse nos gringos. “Eu prefiro os brasileiros mesmo”, garante.

A estudante de Direito, no entanto, já nota um legado deixado pelos estrangeiros nas primeiras semanas de Mundial: os brasilienses estão chegando mais nas meninas da capital federal. “Acho que eles estão competindo para não perder espaço”, analisa.

E se parte das garotas preferem a novidade, alguns brasileiros dão um jeito de correr atrás do prejuízo. Hugo Guedes é brasileiro, mas com algumas aulas básicas de espanhol tenta simular outra nacionalidade. “É só na brincadeira. Nunca deu certo”, conta, aos risos.

Fonte: Terra

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