Grupos matam 10 lésbicas por semana para ‘curar a homossexualidade’

De acordo com a mesma ONG, dos 25 homens que matam lésbicas e homossexuais, 24 vivem em liberdade

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Mais de dez mil mulheres são violadas todas as semanas na Cidade do Cabo, África do Sul, para “curar a sua homossexualidade”. Estas “violações corretivas”, muitas vezes perpetradas em grupo, não são raras e podem acabar com a morte das vítimas.

A maioria destas mulheres não apresenta queixa na polícia, uma vez que existe a consciência de que nada seria feito. No entanto, a ONG Action Aid estima que são violadas naquele país cerca de 500 mil mulheres por ano.

Esta prática contradiz a própria lei sul-africana: O país de Nelson Mandela é o único do continente que permite (desde 2006) o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A lei reconhece também a igualdade entre todos os cidadãos no que diz respeito ao trabalho.

 

 

Fonte: Sol PT

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