Henrique Alves: “Não farei campanha de agressão em respeito ao povo do RN”

Pré-candidato do PMDB afirma que adversários que criticam aliança com Wilma de Faria foram antes pedir o apoio da vice-prefeita de Natal

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Joaquim Pinheiro

Repórter de Política

O deputado Henrique Eduardo, pré-candidato ao Governo do Estado, afirmou ao participar de um encontro com integrantes do PMDB/Jovem na noite desta segunda-feira, que a união de vários partidos políticos e a força do povo do Rio Grande do Norte vão elegê-lo governador nas eleições de outubro para realizar as mudanças necessárias objetivando a retomada do desenvolvimento. Henrique Eduardo, que estava ao lado da pré-candidata à senadora, Wilma de Faria e do deputado Hermano Morais (Walter Alves, esteve presente, mas teve que se ausentar), afirmou que não fará uma campanha de agressões, segundo ele, “até em respeito ao povo do Rio Grande do Norte que me elegeu 11 vezes deputado federal”.

Henrique Eduardo referiu-se também, aos adversários que criticam a sua união com a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, sua adversária política em outras oportunidades. “Os adversários que hoje criticam, queriam o apoio de Wilma, mas ela optou por mim. Os partidos que hoje me apoiam conversaram com meus adversários. Qual é a culpa que tenho de terem optado pelo meu nome?”, questiona o pré-candidato do PMDB, lembrando que eleito governador, vai imediatamente levar propostas para o Governo Federal liberar recursos para o Estado. E esclareceu: “Se Dilma não for eleita, tem Eduardo Campos, candidato da nossa senadora. Se não for Eduardo Campos tem Aécio Neves que apoiará os pleitos do Rio Grande do Norte e de Henrique Eduardo”, disse ele, acrescentando: “não haverá uma porta em Brasília que eu não possa abri-la para pedir pelo nosso Estado”.

“CHEGOU A MINHA VEZ”

Depois de 11 mandatos de deputado federal, ter sido eleito presidente da Câmara Federal e assumido interinamente a presidência da República, Henrique Eduardo disse que chegou a sua vez de governar o Estado. “Para mim isso tudo não representa vaidade, mas orgulho de ser do Rio Grande do Norte e ter chegado ao mais alto posto da Nação”, ressalta o pré-candidato lamentando em seguida, a atual situação de crise que vive o Estado, notadamente nos setores de saúde e segurança pública. “Isso não pode permanecer assim. Temos que nos unir. Por isso aceitei ser candidato a governador para fazer alguma coisa”, diz o peemedebista, que cancelou uma reunião com integrantes do PDT em Brasília nessa segunda-feira para atender uma solicitação do PMDB/Jovem.

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