Jovem sobrevive a espancamento de falso comprador de carro

Garota de 20 anos havia colocado o carro à venda e foi enganada pelo homem

Jovem foi enganada e por pouco não morreu com as agressões sofridas. Foto: Divulgação
Jovem foi enganada e por pouco não morreu com as agressões sofridas. Foto: Divulgação

Um simples anúncio de “vende-se” afixado no vidro do carro quase custou a vida da vendedora Nataniele Lemos da Silva, de 20 anos, em Curitiba (PR). Ela esperava negociar o veículo para comprar um novo, mas foi enganada por um falso comprador, que a espancou antes de roubar o automóvel.

Por uma semana, Leandro da Silva Veiga (foto), de 22 anos, frequentou a loja de sapatos onde a jovem trabalha. Ele se dizia interessado em comprar o carro e foi conquistando a confiança de Nataniele. No sábado (21), ele a convenceu a levar o veículo até um mecânico, para uma avaliação.

A jovem concordou em acompanhá-lo. No meio do caminho, Leandro sugeriu que os dois parassem na casa dele para checar na internet se havia algum tipo de pendência com o veículo. Ao entrar na casa, o rapaz espancou a vendedora usando um skate.

Imaginando que Nataniele já estivesse morta, o rapaz a colocou no porta-malas do carro e depois a jogou em um matagal, a cerca de 50 m da casa dele. Em seguida, fugiu com o carro da vítima.

Nataniele foi encontrada três horas depois, próxima a um rio. Ainda consciente, ela conseguiu contar o que havia acontecido. A essa altura, colegas de trabalho dela já haviam desconfiado do comportamento de Leandro, que perguntou a ela se o veículo tinha algum dispositivo anti-roubo, se aguentaria uma viagem mais longa, entre outras coisas.

Após o crime, Leandro fugiu com o carro de Nataniele para o interior do Paraná. No dia seguinte, ele foi encontrado pela polícia na cidade de Congonhinhas, perto de Londrina. No veículo, os policiais acharam manchas de sangue. Ele teria planejado todo o crime, inclusive a fuga. O jovem foi preso e levado a Curitiba.

Nataniele permanece internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital do Trabalhador. A família diz que a jovem foi inocente ao confiar no suposto comprador.

Fonte: R7

 

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