Madrasta isenta pai do crime e diz que morte do menino foi acidental

Segundo depoimento de Graciele à polícia, garoto de 11 anos teria morrido após uma superdosagem de medicamentos

O pai e a madrasta de Bernardo, suspeitos pela morte do menino, continuam presos. Foto: Divulgação
O pai e a madrasta de Bernardo, suspeitos pela morte do menino, continuam presos. Foto: Divulgação

A madrasta de Bernardo Uglioni Boldrini,  a enfermeira Graciele Ugulini, de 32 anos, disse à polícia que o médico Leandro Boldrini, pai do menino, não teve culpa na morte do filho. Segundo o depoimento de Graciele, a morte do enteado, em 4 de abril, foi acidental, depois da ingestão de uma dose errada de medicamentos dados por ela.

O corpo do garoto de 11 anos foi encontrado no dia 14 de abril, dez dias após desaparecer, enterrado em uma mata na cidade de Frederico Westphalen, que fica a 80 quilômetros de Três Passos, onde a família reside.

Desde o dia em que o corpo de Bernardo foi descoberto, o pai, a madrasta e uma amiga dela – a assistente social Edelvânia Wirganovicz, que teria ajudado a ocultar o corpo - estão presos. A última vez em que Bernardo foi visto, no dia 4 de abril, ele estava no carro da madrasta.

O laudo da perícia confirmou que substâncias do sedativo Midazolam foram encontradas no corpo de Bernardo. Para que o inquérito seja concluído, outros depoimentos ainda serão tomados e serão analisados laudos com resultados sobre o material colhido no corpo, na cova e nos automóveis.

Fonte: Terra

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