Máquina de ponto de hospital é sabotada e funcionária tem dedo colado

Servidores da unidade de saúde voltaram a confirmar presença por meio de assinaturas

Cola instantânea impediu que funcionários registrassem presença em aparelho de ponto. Foto:Divulgação
Cola instantânea impediu que funcionários registrassem presença em aparelho de ponto. Foto:Divulgação

Uma funcionária do HRT (Hospital Regional de Brazlândia) ficou com o dedo colado na máquina de ponto, que registra a entrada e saída dos trabalhadores pelas digitais. O aparelho teria sido sabotado na unidade de saúde com o uso de cola instantânea.

Todos os aparelhos de ponto do local teriam sido sabotados. A estratégia foi depositar cola instantânea na área de leitura dos dedos para impedir que a leitura das digitais seja feita.

O caso aconteceu em dezembro do ano passado e, desde então, os funcionários do hospital, estão confirmando presença no trabalho por meio de assinaturas em folhas de ponto.   Pacientes que estavam na recepção do HRB disseram que viram uma pessoa de jaleco branco colocando um produto no leitor de digitais. A ação de sabotagem nas máquinas teria ocorrido durante o período em que houve um apagão na cidade.

O caso é investigado pela polícia e o responsável pelo estrago nos aparelhos pode  ser indiciado por dano qualificado ao patrimônio publico e ser punido com até três anos de prisão. Caso o sabotador seja funcionário do hospital, ele deve responder a um processo administrativo, na corregedoria da Secretaria de Saúde do DF.

A Secretaria de Saúde do DF informa que o problema foi resolvido e que a partir desta quarta-feira (19), o ponto eletrônico do HRB volta a funcionar. Cada máquina custa R$ 20 mil, mas não foi necessária a troca completa dos aparelhos, pois somente parte do leitor foi danificada.

Fonte:R7

 

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