Médica que mandou cortar pênis do ex-noivo vira notícia internacional

Mesmo depois de dar a ordem para o crime, Myriam ainda tentou reatar o relacionamento com o ex

Myriam Priscilla de Rezende Castro, a médica mineira que mandou cortar o pênis do noivo. Foto: Divulgação
Myriam Priscilla de Rezende Castro, a médica mineira que mandou cortar o pênis do noivo. Foto: Divulgação

O caso da médica Myriam Priscilla Castro, de 34 anos, presa por mandar cortar o pênis do noivo que rompeu a relação três dias antes do casamento, virou notícia internacional. A mineira teve a “honra” de sair no New York Daily News, dos Estados Unidos, onde foi retratada como “abandonada” e “furiosa”.

Myriam contou com a ajuda do pai para contratar dois homens, que executaram o serviço em 18 de março de 2002. O jornal Mirror, do Reino Unido, destaca que a médica era de uma família tradicional de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, e passava férias “glamourosas” no exterior.

Os autores se passaram por funcionários de uma companhia telefônica para invadir a casa do ex-noivo. Ele e o irmão foram amarrados e obrigados a inalar éter até desmaiar. Flávio Natal, um dos criminosos, não se preocupou em cobrir o rosto e ainda apontou que agia a mando de Myriam e do pai dela.

A mandante foi condenada a seis anos de prisão em abril de 2009, mas só foi detida no início deste mês, no interior de São Paulo, para onde havia se mudado. No processo, a médica foi descrita como “possessiva e ciumenta”. Além de ordenar o crime brutal, ela ainda teria incendiado a casa do ex-sogro e o carro do rapaz.

Mesmo depois de dar a ordem para o crime, Myriam ainda tentou reatar o relacionamento com o ex. A Record Minas teve acesso a um e-mail anexado ao processo, onde a suspeita tenta dar a “última cartada”. Na mensagem, ela afirma que estaria disposta até a adiar uma mudança para Nova York para ficar com o ex-noivo: “Se você falar que fica, eu não vou e me mudo com você para onde você quiser”.

Após a condenação a seis anos de prisão em regime fechado, a defesa da mineira pediu para reduzir a pena porque não ficou configurada a “perda da função reprodutora”, já que o homem ainda poderia fazer tratamento para ter filhos. A alegação foi rejeitada.

Fonte: R7

 

 

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