Mesmo em 4º lugar, jogadores do Brasil deverão embolsar R$ 11 milhões

A premiação poderia ser ainda maior, caso a seleção brasileira não tivesse repetido o vexame contra a Holanda

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O presidente da CBF, José Maria Marin, vai pagar R$ 11 milhões aos jogadores e comissão técnica da seleção brasileira a título de premiação pelo quarto lugar na Copa do Mundo. O acerto será feito em agosto, mais tardar em setembro. Mas a CBF não vai tirar um centavo dos seus cofres. O montante equivale a 25% do prêmio destinado pela Fifa à seleção brasileira por ter ficado na quarta colocação do evento.

Todas as equipes semifinalistas são remuneradas. A CBF vai receber 44 milhões e ficará com a diferença de R$ 33 milhões. O acerto com os jogadores foi feito antes de a Copa começar, entre o presidente da CBF e alguns jogadores do time como Thiago Silva, Fred, Paulinho e Julio Cesar.

Marin recupera, dessa forma, os R$ 15 milhões investidos na modernização da Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde o time de Felipão montou a sua base para a competição, de modo a continuar levando as seleções para ter preparação na cidade serrana do Rio de Janeiro.

Felipão e todos os jogadores disseram que as condições de trabalho oferecidas pela CBF foram boas. Parte da categoria de base pode usar suas dependências em torneios futuros.

A premiação do Brasil poderia ser maior. Caso o time ficasse com o terceiro lugar, perdido em Brasília para a Holanda, a Fifa deixaria no País o equivalente a R$ 50 milhões. Os jogadores só receberiam premiação em porcentagem maior caso fossem campeões do mundo.

Nesse caso, o elenco ratearia metade do prêmio de R$ 78 milhões, oferecido à seleção campeã, no caso para a Alemanha, que derrotou a Argentina por 1 a 0 no Maracanã, na prorrogação, depois de empate sem gols no tempo normal.

O Brasil fez as sete partidas que Felipão esperava na Copa jogada em casa, mas esteve longe de conseguir o seu objetivo. Não pôde contar com seu principal jogador, Neymar, depois do jogo contra a Colômbia, quando se machucou e não atuou mais. O time marcou 11 gols e sofreu 14 no torneio que organizou – 10 deles nas duas últimas partidas, diante de alemães e holandeses.

O presidente Marin esteve no Maracanã para ver a grande final. Subiu no palco com os principais membros da Fifa para cumprimentar as equipes e distribuir medalhas. A Messi, que ficou com o prêmio de Bola de Ouro, o cartola fez elogios, tentou consolá-lo dizendo que “ele era o melhor do mundo”. Na verdade, na última eleição da Fifa para o melhor jogador do planeta, ganhou o português Cristiano Ronaldo.

 

Fonte: Exame

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