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Mulheres realizam ato público pela não violência

Data: 07 março 2013 - Hora: 18:26 - Por: Portal JH

Nesta sexta-feira (8) será comemorado o Dia Internacional da Mulher e, para celebrar a data, um grupo de mulheres irá realizar um ato político cultural pelas ruas do centro da cidade. A manifestação acontece todos os anos, proposta pelo Coletivo Leila Diniz, que é uma organização que desenvolve ações de cidadania e estudos feministas, que reúne nesta data mulheres de partidos, sindicatos e grupos autônomos para unir forças e ter voz em suas reivindicações perante a sociedade.

Este ano, o ato público aborda o fim de toda e qualquer violência praticada contra o sexo feminino e reúne mais de 20 entidades, com suas integrantes engajadas nesse propósito. A concentração de mulheres começa às 14h na Praça André de Albuquerque (Praça Vermelha), próxima ao viaduto do Baldo no Alecrim, onde foram customizados cartazes, faixas e camisetas para compor a manifestação.

Dali, as mulheres seguirão em passeata pela avenida Rio Branco, com palavras de ordem e apresentando suas pautas de reivindicações, até finalizarem o ato ao lado da Prefeitura de Natal, no centro da cidade, acompanhadas pelo grupo de percussão Pau e Lata.

De acordo com uma das organizadoras do movimento, Cláudia Gazola, a união entre as mulheres é a ferramenta essencial para as conquistas do sexo feminino. “Para nós, esse ato representa a importância de tornar público os problemas vividos por nós mulheres, para juntas lutarmos por mais direitos e igualdade”, disse Cláudia Gazola.

Dentre as entidades que participaram do movimento intitulado de Construção Coletiva estão: Articulação de Mulheres Brasileiras, Fórum de Mulheres do RN, Coletivo Leila Diniz, Sindiguardas, Movimento dos Auxiliares Técnicos de Enfermagem,  Diretório Central de Estudantes da UFRN, Sintest, Rede Maternidade Ativa, CSP-Conlutas, Movimento de Mulheres em Luta, Coletivo de mulheres do PSOL, Sindicato dos Bancários/RN, Secretaria de Mulheres do PSTU, Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH/UFRN) e Sindsaúde.

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