Na lanterna, Palmeiras reinicia negociação com Ronaldinho Gaúcho

Jogador está sem clube desde sua saída do Atlético Mineiro

Craque está desempregado desde 28 de julho, quando rescindiu com o Atlético-MG. Foto: Divulgação
Craque está desempregado desde 28 de julho, quando rescindiu com o Atlético-MG. Foto: Divulgação

A lanterna no Brasileirão e a necessidade de dar uma resposta ao torcedor às vésperas do aniversário de cem anos fizeram a diretoria do Palmeiras reiniciar a negociação com Ronaldinho Gaúcho. A última conversa ocorreu no início desta semana e garantiu avanços consideráveis em relação ao primeiro contato, há dez dias.

Na oportunidade, ao ser procurado por um interlocutor de Assis, irmão e agente do craque, o Verdão disse que só poderia pagar R$ 200 mil mensais, além de ganhos por produtividade, que dependeriam do número de jogos e títulos.

Desde então, Ronaldinho Gaúcho foi oferecido para Santos, Corinthians e outros dois times no país. E não prosperou. Já o Palmeiras perdeu mais duas vezes, entrou na zona de rebaixamento e caiu para o último lugar do Brasileirão. Tudo isso a dias do aguardado banquete do centenário, marcado para 26 de agosto.

No bate-papo desta semana, quem assumiu a negociação pelo lado do clube foi o próprio presidente Paulo Nobre, que topou subir a oferta. Porém, o ex-jogador da seleção tem insistido na pedida de R$ 600 mil por mês de salário e um contrato até dezembro – ele pretende defender um time dos Estados Unidos em 2015.

Novos tempos

Essa não é a primeira vez que Ronaldinho Gaúcho e Palmeiras negociam. Em 2011, o clube chegou a dar como certa a contratação do craque, com um salário muito diferente dos R$ 600 mil pedidos atualmente.

“A gente pagaria a ele R$ 1,2 milhão por mês”, reconhece o então diretor de futebol do Verdão, Wlademir Pescarmona. “Duas empresas haviam topado pagar R$ 800 mil por mês. Ao Palmeiras, caberia apenas arcar com R$ 400 mil.”

A redução pela metade da pedida de Ronaldinho tem a ver com o momento de declínio de sua carreira. Na época, ele acabara de se desligar do Milan e voltava ao Brasil após dez temporadas. “No fim, o Assis levou nossa proposta para o Flamengo, que cobriu. E o fim da história todos conhecem”, finaliza Pescarmona.

Fonte: IG

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