Natal nega pressão no UFC e diz: ‘Se Camozzi andar pra frente, vai cair’

Lutador brasileiro analisa confronto desta sexta-feira pelo UFC de Connecticut, fala sobre sequência negativa no evento e manda recado a adversário: 'Vai ser um lutão'

Rafael Natal encara Chris Camozzi nesta sexta-feira. FOTO: UFC
Rafael Natal encara Chris Camozzi nesta sexta-feira. FOTO: UFC

Depois de emplacar três vitórias consecutivas no Ultimate, Rafael Sapo Natal amargou dois resultados negativos em suas últimas lutas. Mas nada que abale o objetivo do brasileiro de alcançar o top 10 da categoria dos médios. Pronto para se apresentar pelo UFC que acontece em Connecticut (EUA), nesta sexta-feira, o lutador fala sobre a fase vivida na carreira e o confronto com Chris Camozzi.

Se a fase de Natal é complicada, a de Camozzi é ainda pior. O americano perdeu os últimos três combates e pode ver seu contrato com o UFC ser finalizado com um novo revés. Apesar de concordar que essa pressão fará do adversário mais agressivo, Rafael alerta para o perigo que o americano correrá caso ande para frente durante o confronto.

“Acho que Camozzi já é agressivo, sempre anda pra frente, e tem a parte em pé muito boa. Mas, se ele andar para frente, vai cair, pois vou derrubá-lo de forma mais fácil. Ele não pode ser tão agressivo assim. Mas sem dúvida espero ele com sangue nos olhos em busca da vitória. Estamos precisando mostrar serviço, então será um lutão” – declarou o atleta.

Apesar de estar em sequência negativa, o brasileiro prefere não pensar no que pode acontecer com seu futuro na organização caso perca o duelo com Camozzi. Para ele, a pressão já faz parte de sua rotina.

“Tento não pensar muito nessa situação. Independente de vitória ou derrota, quero ganhar e chegar no topo. Eu mesmo coloco muito peso em cima de mim. Vou estar sempre colocando peso na minha cabeça para que eu me force a ser melhor. Minha equipe também faz isso. Mas esse assunto de demissão é só um ponto a mais para me empurrar na hora da luta”, avaliou.

Rafael Sapo ainda acredita que a categoria dos médios é a mais disputada entre todas do Ultimate. Apesar de ter tido sua boa fase interrompida por Tim Kennedy, em novembro do ano passado, o mineiro nega que tenha vontade de fazer uma revanche.

“Não sei o motivo de tanta gente pensar em revanche quando perde uma luta. Quero chegar nas cabeças e ser o melhor. Ainda não cheguei lá, não sou o melhor, então, quem o UFC botar no meu caminho vou querer bater. Quero os melhores, enfrentar quem tiver de ser para chegar ao topo”, declarou.

Fonte: Lancenet

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