Nesta quarta-feira, Google lança Chromecast no Brasil por R$ 199

Acessório permite que o usuário envie conteúdo de smartphones, tablets e PCs para televisores

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A partir desta quarta-feira (4), os consumidores brasileiros poderão comprar o Chromecast, acessório do Google que permite ao usuário acessar conteúdos da internet e aplicativos específicos em uma TV HD convencional ou mesmo inteligente. Por enquanto, o aparelho está a venda apenas nos sites Pontofrio.com, CasasBahia.com.br e Extra.com.br por R$ 199. Aplicativos do Netflix, Vevo, Crackle, Viki, Plex, RealPlayer Cloud, Avia e outros já estão funcionando na versão brasileira do produto.

Com formato parecido ao de um pen drive, o Chromecast serve como ponte entre o dispositivo e a TV. Resumidamente, seu trabalho é enviar para a televisão ao qual está conectado conteúdos de alguns aplicativos compatíveis presentes no smartphone, no tablet e no computador. Além disso, ele é capaz de projetar qualquer aba do navegador Chrome na TV. Diferentemente de outros produtos de streaming, o Chromecast permite que o usuário continue mexendo no seu dispositivo enquanto transmite o conteúdo. É possível enviar um vídeo do YouTube para a TV via Chromecast e acessar os e-mails, por exemplo.

Para funcionar, o Chromecast precisa ser conectado à porta HDMI da TV e, para o fornecimento de energia, há duas opções: ligar o aparelho à tomada ou a uma porta USB. O Chromecast é compatível com Android e iOS, no caso de smartphones e tablets, e com Windows, Mac OS e Chrome OS no caso de computadores pessoais.

Para usar o Chromecast, é necessário conectar o aparelho à rede sem fio da casa. Os dispositivos que vão servir de controle remoto para a escolha dos conteúdos devem estar conectados nessa mesma rede. Feito isso, é necessário baixar o aplicativo do serviço para seu dispositivo para configurar o Chromecast. Depois, basta abrir o aplicativo do serviço desejado no smartphone e tocar no botão do Chromecast, que parece uma TV com rede sem fio, para que o conteúdo seja exibido no televisor.

 

Fonte: A Tribuna

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