Novo presidente do PV pretende ampliar número de filiados na capital

Vereador, Luiz Almir assumirá o PV e deve ser candidato a deputado estadual

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Uma campanha de filiação partidária permanente para fortalecer o PV na capital do Estado será uma das primeiras providências do novo presidente da legenda na capital, vereador Luiz Almir, a partir do momento em que for empossado na presidência do Diretório Municipal de Natal neste sábado. Quem informa é o próprio vereador, reconhecendo que o Partido Verde tem como bandeira de luta uma causa nobre – a defesa de um desenvolvimento sustentável – preservando os recursos naturais. “Temos que defender o desenvolvimento com equilíbrio”, disse ele.

Luiz Almir cita como uma das metas do partido, presidido no Rio Grande do Norte pelo senador Paulo Davim, trabalhar intensamente pela revisão do Plano Diretor de Natal, que é um compromisso assumido pelo prefeito Carlos Eduardo de sanear a Zona Norte. “O senador Paulo Davim interiorizou o PV e também está engajado nessa luta de reivindicar melhorias para a qualidade de vida do povo de Natal”, ressaltou o seresteiro/brega, acrescentando que o PV está presente em mais de 80 municípios do Rio Grande do Norte, através de diretórios e Comissões Provisórias e realizando encontros e debatendo os problemas do Estado e questões partidárias, também.”Vamos manter a união do PV”, disse ele, conclamando a todos a engajarem-se num processo de revitalização da legenda. “Entendo, que só deverá permanecer no partido quem realmente estiver engajado nessa luta”, disse ele.

SUCESSÃO ESTADUAL

Questionado sobre o processo sucessório estadual, particularmente a decisão do PV de apoiar a candidatura de Henrique Eduardo, o vereador Luiz Almir disse que quem pode dar explicações sobre o assunto é o senador Paulo Davim, mas entende que só conseguirá administrar bem o Rio Grande do Norte quem tiver prestígio nacional numa referência implícita ao deputado federal, Henrique Eduardo, pré-candidato a governador pelo PMDB. Questionado sobre as dificuldades que devem ser superadas, o vereador lembra que são inúmeras e que “o dinheiro não está dando nem para pagar a folha dos funcionários em dia”, diz ele, criticando em seguida os que chamam a aliança política entre PMDB, PSB, PR, entre vários outros partidos de acordão. “Os que ficaram de fora querem ser vítima, mas se tivesse vaga passariam a chamar de união de forças”, concluiu o vereador do PV. (JP)

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