Oito características de um gestor de sucesso – Marcos Aurélio de Sá

A coluna abre espaço hoje para o excelente artigo do consultor empresarial Ricardo Barbosa, no qual ele enumera uma série…

A coluna abre espaço hoje para o excelente artigo do consultor empresarial Ricardo Barbosa, no qual ele enumera uma série de qualidades indispensáveis aos profissionais que atuam como dirigentes ou executivos no mundo dos negócios, ao mesmo tempo em que dá dicas de como adquirir tais qualidades.

Ricardo M. Barbosa

Diretor executivo da empresa Innovia Training & Consulting e consultor em Gestão de Projetos com atuação em grupos como Ernst & Young, Wurth do Brasil, Unibanco e Daimler Chrysler

 

A maioria dos colaboradores anseia em um dia alcançar o papel de gestor, e quando conquistado é motivo de grande alegria. Mas não podemos deixar de lado os aspectos negativos que surgem: há uma grande distância entre um bom profissional e um bom gestor.

Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor. Cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.

Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.

Outro ponto importante, a resiliência é a capacidade de se adaptar a diversas situações, mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.

Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:

1) Capacidade de mediar e resolver conflitos – É saber ouvir e mediar os conflitos logo que surgem, mas não se deve tomar partido e buscar que as respostas para os conflitos ocorram naturalmente, trazendo ganhos para a corporação. Tenha uma postura racional evitando reações que prejudiquem o clima. Discussões ríspidas e muito emocionais devem ser controladas;

2) Iniciativa e pró-atividade – Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade proporciona destaque, mostra o quanto você é engajado e quer crescer. O gestor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação. Agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem;

3) Autoconfiança – O profissional que quer tomar a frente de uma equipe precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores;

4) Capacidade de reter talentos – Mais do que se esforçar para manter talentos na sua empresa é imprescindível cativá-los e dar aos mesmos ambições e segurança para que eles queiram continuar no projeto e, principalmente, almejem crescer. Para isso incentive a aprender e estar perto do núcleo de decisões do negócio;

5) É importante delegar o operacional – Um gestor tem como função gerenciar as ações, e se ficar se dedicando às questões operacionais perderá tempo e, principalmente, não estará preparado para sua real função. Delegue tarefas operacionais;

6) Conexões e criatividade – O gestor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação levando a um retorno imediato;

7) Controle – O gestor não pode esquecer que ele está no comando e que é possível e aceitável delegar as funções. Mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto, esteja na frente e crie métodos que possibilitem a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório; e

8) Aprendizagem Contínua – O bom profissional busca se capacitar. Mas, se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.

Tentativas de fraude contra

os consumidores brasileiros

cresceram 9,4% em maio

- Segundo a Serasa Experian, principal empresa do país no segmento da proteção ao crédito, o último mês de maio registrou em todo o território brasileiro mais de 171 tentativas da fraude conhecida como “roubo de identidade”, em que dados pessoais obtidos clandestinamente são utilizados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica e até mesmo para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.

- Esses dados constam do “Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor” referente ao período acima e demonstra que houve uma tentativa de estelionato a cada 15,6 segundos no país, o que significou alta de 9,4 por cento em relação aos número apurados em abril.

- O setor de telefonia respondeu por 64.329 registros, totalizando 37,5 por cento do total de tentativas de fraude realizadas, enquanto o setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras, agências de viagens, etc. – teve 54.823 registros, equivalente a 32 por cento do total, vindo em terceiro lugar o setor bancário, com 34.632 tentativas.

- A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas relativas a crédito, auxiliando cerca de 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão na hora de vender fiado.

Indústria de confecção pode manter redução de intervalopara almoço aprovada em acordo

- A 1ª. Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve decisão do TRT da 21ª. Região (TRT-RN) que considerou legal a redução, por acordo coletivo, do tempo diário destinado ao intervalo para refeição, no caso dos trabalhadores em regime de 44 horas semanais.

- Essa decisão resultou do julgamento de uma ação intentada por um trabalhador que não se conformou com a sentença do TRT e recorreu ao TST. Ele trabalhou na empresa Guararapes Confecções S/A entre os anos de 2007 e 2010, e protestava contra o intervalo de apenas 50 minutos para o intervalo de almoço, estabelecido mediante acordo coletivo de trabalho.

- Para o relator no processo, ministro Walmir Oliveira da Costa, todas as exigências legais para a redução do período mínimo de intervalo, contidas no artigo 71, parágrafo 3º., da Consolidação das Leis Trabalhistas, foram atendidas, com autorização do Ministério do Trabalho e Emprego, não havendo portanto jornada extra de trabalho, como pleiteou o empregado.

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