OPINIÃO

O leitor Jorge Medeiros mandou a seguinte mensagem: “Seguras informações chegam que ontem nos terraços de Pirangi/Búzios e Jacumã/Porto Mirim,…

O leitor Jorge Medeiros mandou a seguinte mensagem: “Seguras informações chegam que ontem nos terraços de Pirangi/Búzios e Jacumã/Porto Mirim, bombaram as declarações de Cid Montenegro, que é da fina flor do garibaldismo que tu concordaste ao final. As declarações foram perfeitas. Notícias chegam que se for o ex-senador Fernando Bezerra o candidato do PMDB a governador, a revoada é grande para cima do vice Robinson Faria, que já planeja um jantar organizado pelos deputados José Dias e Gesane Marinho para receber da capital e do interior os revoltados com o erro da cúpula do partido”.

OPINIÃO II

Não foi por acaso, Jorge Medeiros, que a opinião de Cid Montenegro repercutiu tanto. Assim como ele, pensam vários peemedebistas e eleitores que acompanham política. Até porque pelo que demonstra Fernando Bezerra, Robinson teria um discurso pronto para a campanha, o de querer ser governador mais do que o adversário. Afinal, Robinson quer e não esconde isso de ninguém. Bezerra não quer e se esconde até dos colegas peemedebistas.

OPINIÃO III

E pior é se Fernando Bezerra quiser ser governador. Porque, o jeito dele traduz o de um candidato que quer ser nomeado sem campanha, sem ter que ir para o corpo a corpo, conquistando o voto dos eleitores.

ROSALBA E PMDB

As declarações do ex-deputado Ney Lopes na matéria acima ganham força muito mais por terem sido ditas pelo principal defensor, no momento, da governadora Rosalba Ciarlini – portanto, podendo representar a vontade atual dela, o desejo do casal Rosalba e Carlos Augusto – do que por qualquer possibilidade de realidade. O PMDB jamais abrirá mão de ter candidato próprio ao Governo para apoiar a falida gestão atual.

ROSALBA E PMDB II

Até porque, analisemos: o PMDB rompeu com o Governo e viu a gestão Rosalba Ciarlini perder o apoio do PR e de mais de 10 deputados estaduais; viu ela atrasar salários e agravar a crise com os poderes e órgãos auxiliares; viu a governadora ser afastada duas vezes do cargo pela Justiça Eleitoral; e viu o projeto político peemedebista ser apoiado por PR, PDT, PROS, PV e, ainda, disputado por PT e PSB, mesmo sem ter qualquer candidato. Então, por que o PMDB voltaria atrás, constataria o erro de romper com o Governo e voltar a apoiar Rosalba? Não há lógica.

JANEIRO

Bom, na próxima segunda-feira, o colunista Tulio Lemos está de volta e eu vou aproveitar minhas férias, retornando ao batente em março. Antes, porém, aproveito a, ainda, oportunidade nesta interinidade para agradecer o espaço para opiniões e ideias. O mês de janeiro, apesar de tradicionalmente “calmo” para a política, teve uma série de fatos importantes.

JANEIRO II

Em breve retrospectiva, é possível citar: o fato de Henrique voltar a ser um potencial candidato do PMDB, não descartando a hipótese se assim for escolhido; o enfraquecimento de Fernando Bezerra, chegando a não só ser duvidado pelos peemedebistas, mas também criticado por eles; o fortalecimento da futura chapa Robinson Faria e Fátima Bezerra, representando o palanque de Dilma do RN; a efetivação da condição de Wilma como complementar da chapa do PMDB, uma vez que, apesar do apoio eleitoral, nas ruas, ela não conseguiu viabilizar apoios partidários (a maioria já se pronunciou pelo PMDB).

FEVEREIRO

Então, assim janeiro vai se encerrando e fevereiro chega com novas promessas. Promessas de definição de quem será o aliado do PMDB – e, consequentemente, quem ficará ao lado de Robinson Faria no PSD. Promessa de mais problema para Rosalba Ciarlini, devido ao retorno da Assembleia Legislativa, com os pedidos de esclarecimentos dos deputados a respeito de atraso de salários, orçamento e a denuncia de improbidade administrativa – pela condenação do TRE.

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