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Pedagogia Seicho-No-Ie Eduquemos bem as crianças para que se tornem gênios – José de Anchieta Cavalcanti, advogado e membro da regional Natal da Seicho-No-Ie (joselito@supercabo.com.br)

Data: 07 fevereiro 2013 - Hora: 17:53 - Por: Portal JH

A maioria das pessoas, ao redigir um texto, não expressa perfeitamente bem a idéia que abriga na mente. Sabe que seu pensamento pode ser expressado de uma forma melhor, porém se conforma com uma redação que não o exprime de modo satisfatório; desse modo, abre-se um vácuo entre a idéia existente na mente e a idéia expressa na redação. Tal pessoa nunca poderá chegar a ser um bom escritor. A mesma coisa ocorre com a música. Ainda que um compositor elabore uma boa música se não se esforçar até exprimi-la perfeitamente com seu instrumento musical e se conformar com uma expressão aproximada da ideal, não poderá realmente compor uma boa música.
Observamos que nas redações efetuadas pelas crianças existem algumas maravilhosas, mas a maioria desiste de expressar suas idéias, imaginando que não tem capacidade para isso. Entendemos que, realmente, para se tornar um gênio qualquer pessoa necessita de bastante esforço. Não é necessário ter apenas inspiração. Apenas as pessoas que se esforçam com grande entusiasmo é que chegam a expressar com perfeição uma inspiração. Um aspirante a pintor ainda mesmo que conceba uma bela imagem, se não usa a persistência para continuar se esforçando até poder expressá-la cem por cento na tela e se conforma com setenta ou oitenta por cento, não progride mais. Ele certamente não se tornará um gênio por que não executa esforço continuado. Se houver permanente esforço até conseguir expressar cem por cento a beleza que possui na mente é que poderá se tornar em genial pintor. Realmente o esforço cria o gênio. Mesmo existindo grande inspiração, aquele que não se esforça permanentemente para expressá-la jamais chegará a ser um gênio. Portanto, dizem os doutrinadores da Pedagogia Seicho-No-Ie “devemos educar as crianças de tal modo que não se tornem pessoas conformadas com a relativa perfeição de seus trabalhos, mas sim, pessoas que se esforçam até o fim, até que sua consciência fique satisfeita. Assim, o ser humano se desenvolverá com maior perfeição, e a cultura da humanidade também.”

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