Polícia prende acusado de matar homem a facadas e sair ‘de boa’ em Arêz

O crime aconteceu na madrugada do último domingo (24), no Bar Chaplin Mix

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A Polícia Civil de Arês realizou na manhã desta quinta-feira (28) a prisão de Erick de Oliveira Almeida, 27 anos, acusado pelo homicídio de Jasleirryton Roberton Pereira, 21 anos. O crime aconteceu na madrugada do último domingo (24), no Bar Chaplin Mix, localizado na Rua Pedro Marinho de Menezes, Centro do município.

A vítima e o acusado estavam no bar quando se desentenderam e, após uma intensa discussão, Erick Almeida sacou uma faca, do tipo “peixeira”, desferindo vários golpes em Jasleirryton. O jovem, apesar de ter recebido todo atendimento médico-hospitalar, veio a falecer em decorrência dos ferimentos causados pelos golpes.

“Após praticar o crime por um motivo fútil, o acusado Erick saiu andando normalmente pela cidade, demonstrando sua indiferença e frieza ao ato criminoso. Com o empenho da equipe da policial de Arez, conseguimos representar a prisão preventiva de Erick e efetivar sua prisão hoje”, disse o Delegado Wellington Guedes.

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    • Magno Teotonio

      Erick não foi preso; ele se apresentou, espontaneamente, em 28/08/2014, às 09:30 horas, na companhia de sua advogada, Juliana Garcia Melo, na DP de Goianinha, conforme entendimento firmado, em 26/08/2014, com o chefe de investigações da DP de Arez, Agente Genésio. A apresentação deveria se dar em 27/08/2014, às 09:30 h, mas, às 06:16 h de 27/08/2014, em telefonema de 00:02:46 min, o Agente Genésio, após acerto com o Delegado Wellington, pediu o adiamento da apresentação para 28/08/2014, provavelmente para ganhar tempo e obter a Autoridade Judicial a decretação da prisão temporária do Investigado. Assim agindo, o DPC Wellington demonstra esperteza e procura fazer fama, ultrajando a imagem do Investigado, o exibindo, através da mídia, quando o Investigado, primário, sem antecedentes criminais e de residência certa, apenas exercera o seu direito de legítima defesa, que é direito à vida, após ser agredido pela Vítima, tido como valente, em Arez, sendo (o Investigado) presumivelmente inocente, violando claramente o Delegado Wellington os artigos 1º, III, 5º, X e LVII, da Constituição Federal. O teor da reportagem é, portanto, inverossímil. Desse modo, é muito fácil a Polícia Civil se glorificar. Delegado Wellington, Vossa Senhoria prendeu o Investigado, ou este se apresentou, espontaneamente, após entendimento por telefone? Os registros dos telefonemas estão salvos.

    • Asspra

      Magno Teotonio · Trabalha na empresa PMERJ
      Érick de Oliveira se apresentou, espontaneamente, ao Delegado Wellington Guedes, na manhá desta quinta feira, 28/08/2014, acompanhado da sua advogada. A apresentação havia sido acertada, por telefone, para a manhã de ontem, 27/08/2914, mas o Agente Genésio, da DP de Arez, alegando estar a Delegacia bastante empenhada, em certa missão, pediu, em telefonema, às 06:16 horas de ontem, 27/08, quarta feira, à defesa de Érick, que a apresentação fosse adiada para hoje, 28/08, de manhã, o que, de fato, ocorreu. Provavelmente, o adiamento foi pedido para oportunizar, às pressas, a obtenção do decreto de prisão temporária, ilegal, desnecessário, vez que o Investigado não representa ameaça à ordem pública, não coagiu ou intimidou testemunhas, é primário, de bons antecedentes, de residência certa e só passou alguns dias oculto, por medo de represália de dois parentes da vítima, Policiais Militares, que deixaram clara a intenção de vindita. A vítima, com fama de valente, provocara e atacara o Investigado, que, legitimamente, se defendera. A exposição do Investigado, ainda no arrebol do Inquérito, é inadmissível e abusiva violação da Constituição Federal, em seus artigos 1º, III (dignidade da pessoa humana), e 5º, X (imagem e honra) e LVII (presunção de inocência).
      Repassando.