Polícia consegue impedir assalto após ver mensagens no “WhatsApp” de criminoso

Criminosos utilizavam o aplicativo para ajudar planejar os crimes

Matson Ribeiro de Souza teve o celular investigado. Foto:Divulgação
Matson Ribeiro de Souza teve o celular investigado. Foto:Divulgação

A Polícia Civil conseguiu impedir um assalto no município de Guaratinga, a 699 km de Salvador, após analisar mensagens e fotografias enviadas pelo aplicativo “WhatsApp” para o celular do criminoso identificado como Marcelo Souza de Santana, conhecido como “Zara”. O crime foi planejado por Matson Ribeiro de Souza, o “Nem”, foragido da Justiça do Rio de Janeiro.

O fugitivo foi preso por policiais civis e militares,no domingo (4), em companhia do comparsa Jhonatan Wellington Aguiar Pithon, quando ambos chegaram à cidade, onde pretendiam roubar R$ 150 mil, segundo uma mensagem de texto encontrada no celular de Santana.

Interrogados pelo delegado titular da Sinézio Vieira Júnior, da DT local (Delegacia Territorial) de Guaratinga, os criminosos não informaram quem seria a pessoa ou estabelecimento vítima do assalto.

Ao investigar o conteúdo do celular encontrado com Santana, a equipe da DT/Guaratinga visualizou uma série de mensagens, detalhando o assalto, bem como fotos do veículo com o qual Souza viria para a cidade, e de Jhonatan Wellington, que conduziu o carro entre Macaé, no Rio de Janeiro, e a Bahia. Em uma das mensagens, Santana é apontado como o homem que indicaria o local do roubo.

A desarticulação da quadrilha teve início no dia 29 de abril, com a apreensão de um adolescente, em Guaratinga, flagrado com uma porção de maconha, ao lado de Santana, também encaminhado à unidade policial.

Com um mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Souza ficará custodiado na DT de Guaratinga, até ser transferido para o seu estado de origem. Santana e Pithon foram indiciados em inquérito policial, que vai analisar o conteúdo de dezenas de outras mensagens nos celulares dos três assaltantes, indicando o planejamento e a realização de mais crimes.

Fonte: R7

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