Por data-base, trabalhadores do Judiciário Potiguar param dia 11 e fazem Ato Público

Na última paralisação do movimento pela data-base, em 21 e 22 de maio, 400 sindicalizados compareceram ao Ato Público realizado no primeiro dia, também na Praça Sete de Setembro

Paralisação ocorrerá em frente à sede do TJ. Foto: Divulgação
Paralisação ocorrerá em frente à sede do TJ. Foto: Divulgação

Os trabalhadores do Judiciário Potiguar vão paralisar suas atividades profissionais por 24h nesta quarta-feira, dia 11/06, quando farão Ato Público, a partir das 7h, na Praça Sete de Setembro, em frente à sede do TJRN. A atividade – organizada pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte (Sisjern) – compõe a luta da categoria pela conquista da data-base e terá a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e de outros sindicatos. A paralisação foi decidida em Assembleia dos trabalhadores do Judiciário Potiguar realizada em 31 de maio.

O reajuste anual de salário – data-base – é uma recomendação do CNJ, aprovada em Sessão no dia 31/07/2012 e publicada em 09/08/2012. O TJRN, junto com o TJES, porém, são os únicos tribunais de justiça do país cujos funcionários não têm tal direito. A data-base é uma realidade para várias categorias de trabalhadores, Brasil afora e também no Rio Grande do Norte.

 

Na última paralisação do movimento pela data-base, em 21 e 22 de maio, 400 sindicalizados compareceram ao Ato Público realizado no primeiro dia, também na Praça Sete de Setembro. No dia seguinte, houve atos em Caicó, Mossoró e em Natal. Na capital do Oeste, desde então, às segundas-feiras, os trabalhadores têm ido trabalhar vestidos com a camiseta do movimento, cuja estampa leva a frase “data-base já”. A expectativa da direção do Sisjern é que o número de presentes – já considerado bastante satisfatório – aumente.

“O TJRN foi considerado em 2013, o melhor tribunal do país em Gestão Estratégica, resultado colhido graças à dedicação e capacidade dos trabalhadores do Judiciário Potiguar”, afirma Alexandre Negão, dirigente do Sisjern. “Compromisso da atual gestão do TJRN, a data-base é imprescindível à garantia dos direitos trabalhistas essenciais dos servidores”, afirma Graça Alencar, também Diretora do Sindicato.

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