Prefeito teria usado recursos da merenda e veículo oficial em almoço com Lula

O almoço, com a presença de 15 empresários, ocorreu na chácara do ex-deputado federal Flávio Martinez (PTB) e serviu para “vender” a candidatura de Gleisi Hoffmann (PT)

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O prefeito de Peabiru, Claudinei Minchio (PT), deverá explicar até a próxima segunda-feira, 24, a aquisição e o destino de um lote de carne de carneiro temperada localizado no interior de duas kombis da Secretaria de Saúde daquela cidade, utilizada para transporte de pacientes.

Na sexta-feira, 14, o Ministério Público flagrou o transporte irregular da carne ao realizar uma operação através de denúncia que informava que a carne encontrada fora adquirida com recursos destinados a merenda escolar e seria transportada para Curitiba, onde seria servida em almoço oferecido ao ex-presidente Lula, preparada como “Carneiro ao Vinho”, prato típico de Peabiru. O almoço, com a presença de 15 empresários, ocorreu na chácara do ex-deputado federal Flávio Martinez (PTB) e serviu para “vender” a candidatura de Gleisi Hoffmann (PT).

A informação – publicada no sábado, 15, com exclusividade no blog de Fábio Campana – foi desmentida hoje (segunda-feira, 17) pelo PT do Paraná que em nota afirmou “ser absolutamente fantasiosa, em toda a sua íntegra a publicação”. Apesar do desmentido, o MP de Peabiru lavrou um termo de vistoria durante a operação e deu prazo de dez dias para que o prefeito apresente explicações.

O documento do MP, assinado pelo promotor André Del Grossi Assumpção, confirma a operação, motivada por denúncia.

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O procedimento foi registrado, contendo várias fotos do lote de carne localizado e das duas kombis da prefeitura. Servidores da prefeitura ouvidos pelo promotor alegaram que os veículos estavam emprestadas à Secretaria de Administração e que a carne seria destinada “a preparação do prato típico da cidade por ocasião de determinada reunião governamental”.
Não conseguiram informar, porém, o local da “reunião governamental” e nem apresentaram notas fiscais da compra da carne.
Fonte: Política na Rede

 

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