Prêmio CNI de Jornalismo chega à segunda edição
Em pleno processo de simbiose e assimilação dos veículos tradicionais com as novas tecnologias, e a consequente alteração na origem produtiva de informações, o lançamento da segunda edição do Prêmio CNI de Jornalismo serve de vitrine para todas as mídias revelarem o que tem sido feito pela imprensa quanto ao compromisso com o desenvolvimento do país, em relação direta com o setor industrial e com a agenda estratégica destacada no documento A Indústria e o Brasil – Uma agenda para crescer mais e melhor.
Com a maior premiação do mercado, R$ 310 mil distribuídos entre categorias, destaques regionais, prêmios especiais e o Grande Prêmio José de Alencar, a proposta da Confederação Nacional da Indústria é aberta a reportagens publicadas a partir do dia 1º de abril de 2012 até 31 de março de 2013. O concurso jornalístico aceitará material produzido para televisão, rádio, jornais impressos, revistas e internet (sites e blogues) – no dia 25 de junho serão divulgados os vencedores.
Em visita à sede d’O Jornal de Hoje, a jornalista e uma das coordenadoras do Prêmio CNI, Andrea Matias, destacou os doze pilares estratégicos e as mudanças em relação ao ano anterior. “Este ano, a premiação é mais abrangente, com temas regionais que obedecem a critérios geográficos. O repórter deve prestar atenção nos pilares, que são segurança jurídica, macroeconomia, tributação e gasto público, financiamento, relações do trabalho, infraestrutura, educação, inovação, comércio exterior, meio ambiente, burocracia e micro e pequena empresa”.
Dinheiro para seduzir a confecção de boas matérias é um dos pontos fortes do prêmio. Serão R$ 25 mil para a melhor reportagem, nas categorias TV, Rádio, Revista, Jornal e Internet (sites e blogs); R$ 15 mil para as melhores reportagens regionais (Sul, Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste); Dois prêmios especiais na temática Educação e Inovação, em que os vencedores receberão R$ 30 mil; e o principal: o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo de R$ 50 mil para o melhor trabalho entregue – na primeira edição, foram 323 inscritos. “Desde que a CNI chancelou o prêmio, aumentou uma competição positiva com outros prêmios. Nossa premiação é muito alta. Assim que acabou a edição de 2012, as pessoas já perguntavam sobre a próxima”, comemora Andrea.
Os interessados têm até o próximo dia 12 de abril para inscrever o material no site www.premiocnidejornalismo.com.br. Cada jornalista pode concorrer com até cinco reportagens – para material veiculado em jornais, deve ser encaminhado um original e sete cópias do trabalho jornalístico em formato A3; para revista, um original e sete cópias em formato A4; já na internet (blogs, sites e portais), o link da reportagem deve ser enviado para o e-mail: premiojornalismo@cni.org.br . O endereço na web deve estar ativo para acesso no dia da divulgação do resultado final do concurso. Por fim, telerreportagens e radiorreportagens enviam sete cópias em CDs ou DVDs.
“Os questionamentos do júri recaem sobre a qualidade da pauta, se for diferenciada, original. Esse é o primeiro passo para um trabalho vencedor. Depois, a riqueza do texto”, orienta Andrea. Os campeões da primeira edição foram os jornalistas Paulo Henrique Lobato e Luiz Ribeiro d’O Estado de Minas, com a série Sertão Grande – a dupla percorreu 4,2 mil quilômetros para refazer o caminho que inspirou Guimarães Rosa na feitura do clássico Grande Sertão: Veredas.
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