Presas fazem fotos sensuais dentro da cadeia e postam na internet

magens são de duas presas da cadeia pública de Guarapuava, no Paraná. Celulares foram apreendidos e presas sofreram sanções administrativas.

Agente carcerário confirmou que mulheres estão presas (Foto: Reprodução / Facebook)
Agente carcerário confirmou que mulheres estão presas
(Foto: Reprodução / Facebook)

Pelo menos duas presas da cadeia pública de Guarapuava, na região central do Paraná, publicaram dezenas de fotos sensuais tiradas de dentro das celas em perfis pessoais no Facebook. Um agente carcerário, que não quis se identificar, confirmou que as duas mulheres estavam presas quando as fotos foram disponibilizadas na rede social. As postagens, que foram publicadas em abril deste ano, mostram as detentas seminuas fazendo poses sensuais em cima das camas de cimento das celas.

Ainda conforme o agente, os responsáveis pela cadeia ficaram sabendo sobre as postagens ainda em abril e, à época, os aparelhos celulares foram apreendidos e as presas sofreram sanções administrativas aplicáveis nesse caso. Segundo ele, a cadeia pública de Guarapuava possui procedimentos para impedir a entrada de celulares na carceragem, como detectores de metais e revista em visitantes. Mas, neste caso, os celulares teriam sido entregues às duas mulheres por visitantes que entraram com os aparelhos escondidos nas partes íntimas.

Fotos foram publicadas no Facebook em abril deste ano (Foto: Reprodução / Facebook)
Fotos foram publicadas no Facebook em abril deste ano (Foto: Reprodução / Facebook)

Além disso, o agente informou que é feito um controle do perfil de todos os presos nas redes sociais para verificar se há alguma atualização enquanto eles estão detidos.

A Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), que é responsável pela cadeia pública de Guarapuava, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas adiantou que é difícil manter um controle total da entrada de aparelhos celulares em cadeias e presídios de todo o Paraná. A Seju também afirmou que a revista em mulheres é muito contestada, pois muitos a consideram um ato invasivo, o que acaba atrapalhando a ação dos agentes carcerários.

Fonte: Globo

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