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“Presságio – O assassinato da Freira Nua”

Data: 09 janeiro 2013 - Hora: 17:41 - Por: Dani Pacheco

O Presságio – Assassinato da Freira Nua, do escritor potiguar Leonardo Barros, conta a história de Alice que tem 26 anos e, desde a adolescência, é atormentada por presságios. Desacreditada por psiquiatras, ela é considerada psicótica, até que uma de suas visões a possibilita desvendar um misterioso homicídio.

Suspense, misticismo e sensualidade se misturam neste fantástico thriller policial que parece ter a capacidade sobrenatural de manter seus leitores alucinados da primeira à última página. O livro que foi publicado pela Novo Século Editora e tem distribuição nacional terá seu lançamento na capital potiguar nesta quinta-feira, dia 10, às 19h, na Livraria Saraiva do Midway.

Este suspense policial é o quinto romance de Leonardo Barros. O anestesista começou a sua carreira com o livro erótico “Amor de Yoni” (publicado em 2008); depois veio o suspense policial “O Maníaco do Circo – e o menino que tinha medo de palhaços” (publicado na XIV Bienal do Livro Rio, em 2009); seguido pela comédia “Saúde, Beleza, Prosperidade e Riqueza” (publicação independente, 2010) e da comédia “Solteiro Em Trinta Dias – Receitas de sucesso de um ex-otário” (publicado em 2011).
Confira a entrevista!

O JORNAL DE HOJE – Você começou a sua carreira literária com o romance erótico “Amor de Yoni”, já escreveu o romance policial “O Maníaco do Circo – e o menino que tinha medo de palhaços” e as comédias “Saúde, Beleza, Prosperidade e Riqueza” e “Solteiro Em Trinta Dias – Receitas de sucesso de um ex-otário”. Como você define o estilo literário?
Leonardo Barros – Costumo dizer que mais importante que inspiração é saber reconhecer quando se tem uma boa história. Talvez a diversidade de gêneros da minha produção literária advenha do meu gosto pela ficção: sou muito eclético, e o que me fascina realmente é uma boa história, uma trama bem elaborada. Seja qual for o tipo de história. Mas chegou o momento de optar por um gênero, e o que mais me agrada é o suspense.

O JORNAL DE HOJE – Qual você mais gosta de escrever?
Leonardo Barros – Definitivamente, suspense.

O JORNAL DE HOJE – E, de ler?
Leonardo Barros – Os gêneros que mais gosto de ler são o suspense e a literatura fantástica, mas procuro ser receptivo a outros tipos de leitura. O que realmente me atrai é uma boa sinopse. Acho que o escritor tem de ler um pouco de tudo.

O JORNAL DE HOJE – Agora, você está lançando sua quinta ficção e seu segundo suspense policial. Tem um gostinho especial por ser o primeiro livro a ser distribuído em uma editora de renome nacional?
Leonardo Barros – Sinto-me realizado! Além do excelente padrão técnico da editora, que editou um livro bonito e agradável à leitura, tenho finalmente a oportunidade de ter meu livro distribuído por todo o Brasil, através das maiores cadeias de livrarias, como a Saraiva e a Cultura. Por maior que seja o talento do escritor, ele nunca será lido por uma grande quantidade de pessoas, se seu livro não for apropriadamente distribuído.

O JORNAL DE HOJE  – Como será realizado essa distribuição?
Leonardo Barros – Na verdade, o livro já está sendo distribuído há mais de dois meses. Mesmo antes de eu ter a oportunidade de realizar o lançamento oficial, a editora já havia enviado exemplares do livro para lojas em diversas cidades.
Devido à internet, tive a oportunidade de conhecer alguns leitores que compraram o livro em Brasília, Recife, São Paulo e em inúmeras outras cidades. Além da distribuição em lojas físicas, o livro pode ser encontrado em sites das redes Saraiva, Cultura, Travessa, Submarino e em inúmeros outros.

O JORNAL DE HOJE – Como surgiu essa parceria com a editora Novo Século?
Leonardo Barros – Entrei em contato com a equipe de edição da Novo Século por e-mail. Enviei o original da obra e, depois de aproximadamente um mês, recebi uma mensagem que dizia que meu livro foi aprovado para publicação.

O JORNAL DE HOJE – Fale um pouco sobre “Presságio – O assassinato da Freira Nua”?
Leonardo Barros – “Presságio” conta a história de Alice, uma garota que é atormentada por presságios. Desacreditada por psiquiatras, ela é considerada psicótica, até que uma de suas visões a possibilita desvendar um misterioso homicídio. A polícia atribui a autoria do crime ao Beato Judas, um assassino serial de freiras, mas a descrição do suspeito não se parece em nada com o homem que ela viu em sua premonição. É uma história cheia de suspense, misticismo e sensualidade.

O JORNAL DE HOJE – Além de escritor, você também é médico anestesista. Como consegue conciliar?
Leonardo Barros – Não é difícil. É apenas uma questão de estabelecer prioridades e de manter a disciplina. Sou organizado com meus horários e trato a atividade de escritor com o mesmo critério e respeito que caracterizam minha atividade médica.
Como não tenho tempo para escrever todos os dias, trabalho bem os resumos da história e a construção dos personagens antecipadamente. Assim, o trabalho flui mais rapidamente.

O JORNAL DE HOJE – Então, como surgiu o seu desejo de ser escritor?
Leonardo Barros – Desde criança sou louco por ficção. Livros, quadrinhos, filmes e jogos eletrônicos sempre me fascinaram. Em 2008, decidi começar a escrever despretensiosamente. Perceber que tinha a capacidade de encantar os leitores foi que me incentivou a continuar escrevendo. Todo o resto do processo aconteceu naturalmente.

O JORNAL DE HOJE -  E já tem em mente o projeto de um próximo livro?
Leonardo Barros – Estou trabalhando na revisão de uma nova obra, mas não gosto de falar sobre o livro antes de a publicação estar confirmada. Só posso assegurar que há muito suspense e fantasia envolvidos no projeto. E que a história do próximo livro será bem mais longa que a do “Presságio”. Aguardem!

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