A previsão de sucesso

Os presidentes das duas casas do Congresso estão em alta nas suas bases eleitorais. As críticas que a eles fazem…

Os presidentes das duas casas do Congresso estão em alta nas suas bases eleitorais.

As críticas que a eles fazem no plano nacional perdem força nos estados onde comandam o PMDB e determinam ações às legendas-satélites.
Garantem cargos públicos aos políticos aliados e verbas aos municípios onde os prefeitos são correligionários ou acenam como promitentes.

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Em Alagoas, o senador Renan Calheiros é favorito à sucessão do governador (reeleito) Teotônio Vilela, filho (PSDB).
No Rio Grande do Norte, onde a eleição majoritária não lhe favorece, o deputado Henrique Eduardo Alves renovará o mandato (pleito proporcional) com recorde de votos, provavelmente.

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Na medida certa
Marina Silva cita 2013 para falar sobre o que é dito e não feito.
O comentário está no artigo da ex-senadora – Nascer sempre –, edição desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo.

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Parágrafo em destaque:
“Na dimensão política da crise civilizatória que vivemos, a crise de confiança é o centro do problema. O ano que passou foi didático nesse ponto. O atual sistema de representação recebeu um claro voto de desconfiança e não foi capaz sequer de manter – ainda menos cumprir – até mesmo as promessas apressadas que faz sob pressão.”

 

Calçada da fama
Postulantes favoritos em Santa Catarina.
Raimundo Colombo (PSD) deve reeleger-se governador, talvez logo no primeiro turno.

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A única vaga no Senado está encomendada para Ângela Amin (foto), protagonista de várias vitórias nas urnas.
Ela divide com o marido, deputado Esperidião Amin, ex-chefe do Executivo catarinense, a liderança do PP estadual.
Formada em matemática, Ângela foi vereadora, prefeita (reconduzida) de Florianópolis e exerceu dois mandatos na Câmara Federal. Na Casa, pontificou na área da educação.

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Dilma Rousseff (PT) lidera as sondagens de intenção de voto para manter o ”trono” da República Surrealista dos Trópicos. Segue-a, de perto, o tucano Aécio Neves.

 

– Resposta de Henrique Meirelles a uma consulta de Lula da Silva: “A política econômica do país não tem credibilidade.” Meirelles foi presidente do Banco Central sob o governo do senhor Silva.
– Candidato a voltar ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR) desistiu de palanque plural para presidente da República. Apoia Dilma Rousseff.
– Trabalho assinado por Érica Diniz e José Roberto Afonso mostra que ultrapassa R$ 1,5 mil a contribuição anual do brasileiro aos programas sociais do governo federal. Os dois economistas são da Fundação Getúlio Vargas.
– No cenário de hoje no Ceará, o PMDB (Eunício Oliveira) está mais próximo do PSDB (Tasso Jereissati) que do PT (José Guimarães). Amplia também a distância do PROS (Cid Gomes).
– Miami foi a cidade que mais recebeu congressistas do Brasil na passagem de ano, nos Estados Unidos. O senador José Agripino, como sempre ocorre, optou por Nova York, a capital do Ocidente.
– Apelidado “coleção de controvérsias”, volta à análise dos deputados, na nova sessão legislativa, o Plano Nacional de Educação aprovado pelos senadores. O projeto, para ser aplicado numa década, reduz a responsabilidade da União no cumprimento da meta de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) no ensino.
– Boato, nada mais. O Ministério dos Transportes continua sob o controle de César Borges. Originário do PFL (o DEM de hoje), o ex-governador da Bahia é uma das referências nacionais do PR.
– Incentive seu filho a frequentar livrarias, templos do conhecimento e da cultura.
– Entreouvido na antessala do gabinete do ministro da Fazenda: “A contabilidade criativa (?) de Guido (Mantega) pressiona a inflação, eleva a dívida pública e aumenta o descrédito no país.” O desabafo foi feito em grupo de quatro empresários.
– Para refletir: “Não pedi coisas demais para não confundir Deus, que, à meia-noite do ano-novo, está tão ocupado” (Clarice Lispector, escritora brasileira nascida na Ucrânia).

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