PT E PSD

O acordão para o legislativo que começa a se formar em torno do PMDB atinge diretamente os partidos que ainda…

O acordão para o legislativo que começa a se formar em torno do PMDB atinge diretamente os partidos que ainda não conseguiram reunir apoios. Confirmando a intenção de disputar o Senado, o PT, por exemplo, pode terminar 2014 sem a vaga pretendida e a atual, de Fátima Bezerra, na Câmara Federal. Afinal, não será nada fácil, sozinho, com o apoio só do PSD ou de partidos “menores”, os petistas conseguirem manter a cadeira de Fátima. Talvez eles consigam votos para eleger um deputado e este já seria (pelo menos se espera que seja) Fábio Faria, do PSD.

ACORDÃO
O acordão que começa a se desenhar do PROS, PV, PR e PDT em torno do PMDB deverá ter muitos outros nomes ainda não confirmados. PMN, de Antônio Jácome; PSB, de Wilma de Faria e o DEM, de Felipe Maia, José Agripino e Rosalba Ciarlini, podem ser outros partidos a ingressar o grupo encabeçado por Henrique Alves. A intenção é eleger, no mínimo, seis deputados federais.

PSDB
E, apesar de na página 4 o presidente do PSDB no RN, Valério Marinho, dizer que ainda não está garantido o apoio ao PMDB, é bem verdade que a confirmação está bem perto de ocorrer. Rogério Marinho e Henrique se aproximaram bastante nos últimos anos, sobretudo, devido ao trabalho do tucano na Secretária de Desenvolvimento Econômico, conseguindo ações por meio do presidente da Câmara Federal.

VAGAS
Dessa forma, a intenção desse grupo seria reeleger Henrique Eduardo Alves (do PMDB, que não iria mesmo para o Governo e sim para a Câmara Federal), Rafael Motta (PROS), João Maia (PR), Sandra Rosado (PSB), Rogério Marinho (PSDB) e Felipe Maia (DEM). Antônio Jácome (PMN), eventualmente Paulo Wagner (PV, se ele ainda for candidato) e Sávio Hackradt (PDT) seriam as “opções” em caso da sigla conseguir mais espaço do que o já “garantido”.

PP
Por outro lado, esse acordão não deverá contar com o Partido Progressista, atualmente presidido no RN pelo deputado federal Betinho Rosado. O parlamentar seria rejeitado no grupo depois do “golpe” que deu na família Motta, tirando dela a sigla e forçando uma mudança para o PROS, e no desfalque no DEM de José Agripino, ao deixar o partido sem qualquer justa causa.

INFIDELIDADE
Por sinal, como está o caso de Betinho Rosado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)? Realmente vai ser um “crime sem castigo”? E ainda havia quem dissesse que a única ação que, realmente, tira mandato de político era a infidelidade partidária. Agora, ao que parece, nem isso. Betinho Rosado desafiou o Tribunal, disse que a saída dele era um “risco calculado”, e está vencendo.

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