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Qual o ideal?

Data: 12 janeiro 2013 - Hora: 17:31 - Por: Gabriel Negreiros

Duas entrevistas com o mesmo assunto, mas com respostas completamente diferentes. Os entrevistados: Givanildo Oliveira e Roberto Fernandes. A pergunta: fazer ou não amistosos? Fazer ou não coletivos?

O técnido do América, Roberto Fernandes, respondeu ontem que fazer coletivos não era positivo neste momento, já que os jogadores estão buscando espaço no time titular e na disputa acirrada acabam fugindo da conduta tática estabelecida por ele. Já nos amistosos, mesmo que com equipes bem mais fracas, os jogadores respeitam a conduta tática e trabalham mais de forma coletiva, sem buscar o individualismo para mostrar serviço.

Já Givanildo Oliveira, técnico do ABC, na entrevista publicada nesta mesma página, afirma que não gosta de fazer amistosos contra equipes de baixo nível e que os resultados geralmente mascaram a real condição das equipes. Por isso ele sequer fará amistosos antes do início da Copa do Nordeste e prefere trabalhar os coletivos. Desta forma pode também observar melhor todos os jogadores que compõem o seu elenco.

Qual o formato ideal? Difícil responder, mas ficaria com um meio termo entre os dois módulos. Fazer amistoso com times bem montados é importante para avaliar o nível competitivo. Fazer coletivos também é necessário para que facilite o trabalho de entrosamento entre todo o elenco, além de avaliar melhor a condição de cada jogador do grupo. Misture as duas ideias. Fórmula secreta? Ninguém tem.

Qual o melhor 10?

Cascata ou Junior Xuxa? Na minha opinião, Cascata. Jogador mais talentoso, tem o drible, sempre decisivo. Isso não diminui a qualidade de Junior Xuxa, que na Série B do ano passado fez um grande trabalho no América. Já no estadual, não foi bem. Também não há uma regra que diga que Cascata será melhor em 2013 que Junior Xuxa. Muito menos que ambos serão titulares em suas equipes. A concorrência de Junior Xuxa é mais forte, já que Raul e Minhoca seriam os eventuais titulares. Cascata e Netinho reinam absolutos por enquanto. Tudo teoria.

Wallyson no São Paulo

Há poucos dias escrevi sobre craques potiguares que sofreram com lesões. Wallyson é um deles, mas por sorte ele é jovem e tem muito tempo para buscar crescer ainda mais em sua jornada. Quando saiu do ABC Wallyson sofreu com as lesões seguidas e pouco teve oportunidade no Atlético Paranaense. Quando brilhava no Cruzeiro, artilheiro da Libertadores, o tornozelo o traiu e novamente foi para o departamento médico. Recuperado, agora ele fechou contrato com o São Paulo, clube que defenderá nesta temporada. Uma oportunidade de ouro para trabalhar com um técnico que geralmente consegue extrair muita qualidade de seus comandados, principalmente os jovens. Ney Franco e o São Paulo podem abrir um novo futuro para Wallyson. Que ele se dedique o máximo para isso. Talento há!

Sem TV. Pelo menos para o América

É o que garante Alex Padang. Ou paga 400 mil reais, ou não tem jogo do América na TV.

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