Reabertura do Hospital da Mulher está prevista para o mês de julho

Reforma iniciou em julho passado e infiltrações na estrutura eram comuns

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Três meses. Este deve ser o período em que o Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Professor Leide Morais deve permanecer fechado para reforma. As obras foram iniciadas em julho do ano passado, e em função dos atrasos, só devem ser concluída em meados de junho a julho desse ano e reaberta logo em seguida. Hoje, a unidade está funcionando apenas para realização de exames de ultrassonografia, com uma média de 250 exames realizados por mês.

De acordo com a diretora da Maternidade, Lidinalva Barbosa, depois do aditivo, a previsão da reforma inicial era maio deste ano, com o trabalho de substituição do piso, cobertura, pintura e gesso. “Só que tivemos um atraso no processo da segunda reforma, dentro do programa Rede Cegonha. Hoje, este processo já foi licitado e as obras devem durar pelo menos três meses”, afirmou. Estas obras se referem a ambiência da recepção e parte de internação, bem como a troca de portas e fechaduras.

O grande problema da Maternidade era relacionado às infiltrações. As últimas chuvas foram um teste para a nova cobertura da unidade. Segundo a diretora, foi detectado apenas pontos isolados de infiltração, que já foram solucionados. “Foi o nosso primeiro grande teste, pois se fosse com a cobertura antiga estaríamos alagados e não houve nenhum problema grave, apenas pontos isolados”, afirmou.

Após a reforma, a intenção é que a Maternidade funcione com a sua capacidade máxima. Antes da reforma, apenas 22 leitos estavam funcionando. Agora, a expectativa é que os 35 leitos possam estar funcionando, mas ainda esbarra na falta de recursos humanos para a abertura de todos os leitos.

“Para que isso aconteça vai depender de recursos humanos. Quando a maternidade fechou para reforma tínhamos cerca de 280 funcionários que era o suficiente para aquela demanda. Agora, depois da reforma, precisamos de redimensionamento para que possamos funcionar em nossa capacidade máxima”, explicou a diretora.

Hoje, na unidade trabalham apenas o pessoal da guarda patrimonial (11), equipe administrativa (6) central de material (9) e os profissionais responsáveis pela realização do ultrassom, seis médicos e três auxiliares. Além disso, desde março, a Central de Esterilização que funciona na unidade, que é responsável pela esterilização de todo material das unidades de saúde do Distrito Norte II, voltou a funcionar.

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