Reforma do Leide Morais ganha novo prazo e deve ser concluída em agosto

Esta já é a terceira vez que o prazo final para entrega das obras de reforma da unidade é adiado

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Fechado para reforma há um ano, o Hospital da Mulher e Maternidade Leide Morais, na zona norte de Natal, deve ser reaberto somente no final de agosto, conforme expectativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A unidade, que foi inaugurada em 2009, passou por obras de adequações em sua estrutura e já deveria ter sido entregue à população há seis meses. Atualmente, apenas o setor de ultrassonografia e a central de esterilização estão funcionando no prédio.

Segundo a secretária adjunta de Saúde de Natal, Márcia Pellense, as obras que estão sendo feitas hoje na unidade hospitalar são relacionadas à Rede Cegonha, que é um programa do Governo Federal voltado para os cuidados com mulheres grávidas e puérperas. Iniciados há cerca de um mês, os serviços estão concentrados na ambientação do espaço de acolhimento das pacientes e devem ser encerrados até o fim de agosto.

“As empresas que estão reformando a unidade solicitaram um aumento do prazo de entrega porque foi preciso fazer algumas adequações na estrutura, como a substituição de todas as portas das salas do prédio, que estavam infestadas por cupins, por exemplo. Isso acabou atrasando o cronograma da reforma, mas a nossa expectativa é entrega-la até o final de agosto”, afirmou.

Márcia disse também que esteve no Hospital da Mulher na semana passada, para acompanhar de perto as adequações que foram feitas na estrutura e que as obras estão bastante avançadas, faltando apenas alguns serviços pontuais que devem ser finalizados dentro do novo cronograma estabelecido.

Esta já é a terceira vez que o prazo final para a entrega das obras da unidade é adiado. Iniciada no dia 14 de junho de 2013, a reforma deveria durar apenas seis meses, mas próximo ao final do ano passado, teve que ser esticado para que fossem realizados os serviços de readequação. Com isso, o novo prazo foi até julho e, depois, o fim de agosto, quando a unidade completará um ano e dois meses fechada.

Com capacidade para realizar até 400 atendimentos médicos e 300 partos por mês, a unidade teve que ser reformada após graves problemas de infiltração no teto do prédio, que comprometiam a segurança e a saúde dos pacientes e funcionários. Estes foram temporariamente cedidos para outras unidades de saúde do município e devem retornar assim que o prédio for devolvido à sociedade.

Segundo Márcia Pellense, a central de esterilização está funcionando normalmente. Além disso, uma parte da administração do Hospital da Mulher e o setor de vigilância da unidade também estão trabalhando todos os dias. O mesmo acontece com o setor de ultrassonografia, que realiza uma média mensal de 250 atendimentos à comunidade. “As obras estão quase totalmente concluídas, falta muito pouco para que o hospital possa voltar à funcionar”, disse.

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