Reformas no Hospital Rafael Fernandes serão concluídas até março

Único hospital de referência para doenças infectocontagiosas na região Oeste do Rio Grande do Norte, o Rafael Fernandes atende a 55 municípios e até a pacientes vindos de estados circunvizinhos

Apesar das obras ainda não terem sido concluídas integralmente, a unidade está funcionando normalmente, recebendo pacientes em uma enfermaria adaptada no local. Foto:Divulgação
Apesar das obras ainda não terem sido concluídas integralmente, a unidade está funcionando normalmente, recebendo pacientes em uma enfermaria adaptada no local. Foto:Divulgação

Até o final do mês de março a primeira etapa das obras de recuperação do Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, deverá ser inaugurada, oferecendo mais conforto aos pacientes e aumentando a capacidade de atendimento da unidade. Depois de concluída a reforma, o hospital cresce a capacidade de atendimento para 29 leitos, 13 a mais do que os 16 atuais.

Único hospital de referência para doenças infectocontagiosas na região Oeste do Rio Grande do Norte, o Rafael Fernandes atende a 55 municípios e até a pacientes vindos de estados circunvizinhos. Recebe pacientes acometidos de doenças como Aids, hepatite, tuberculose, hanseníase, calazar e meningite, além manter um pólo de aplicação do medicamento para as hepatites virais.

Segundo a diretora geral, Maria Lúcia Bessa da Silveira, as reformas estão sendo feitas no ambulatório, enfermaria, nutrição (cozinha e refeitório), salas de fisioterapia e psicologia, no Serviço de Atenção Especializada (SAE), além da fachada, calçadas e acessos, acabamento, pintura e limpeza geral. Com a reforma, o hospital ganha acessibilidade total em todos os setores, seguindo rigorosamente todas as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

As enfermarias foram todas reformadas, permitindo uma maior luminosidade e ventilação. “Como se trata de um hospital para o tratamento de doenças infectocontagiosas todas as enfermarias foram adaptadas com isolamento, conforme também as normas da ANVISA. Acredito que nos próximos quinze dias também vamos ter uma definição sobre a construção de uma subestação de energia, a instalação de aparelhos de ar-condicionado para todas as enfermarias, além da ampliação da rede de oxigênio”, disse a diretora.

Apesar das obras ainda não terem sido concluídas integralmente, a unidade está funcionando normalmente, recebendo pacientes em uma enfermaria adaptada no local. Como não tem o perfil de “portas abertas”, o hospital recebe pacientes referenciados, exclusivamente para internamento. A segunda etapa das obras alcançará a parte administrativa, raio-X, esterilização e necrotério, todas já em fase de licitação.

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