Segundo universidade inglesa, Facebook está praticamente morto

Realizado em oito países, estudo da University College London cita o Brasil

Os adolescentes britânicos vêm substituindo o Facebook por quatro aplicativos. Foto: Divulgação
Os adolescentes britânicos vêm substituindo o Facebook por quatro aplicativos. Foto: Divulgação

Um estudo feito pela University College London em oito países tirou uma conclusão preocupante para o Facebook. A pesquisa, cuja duração foi de 15 meses, reforça a ideia de que os adolescentes tenham começado a sair do Facebook com a chegada dos pais à rede social, uma vez que jovens ingleses teriam alegado que o Facebook está “basicamente morto e enterrado”.
O estudioso responsável pela pesquisa no Reino Unido, Daniel Miller, observou em seu relatório que os jovens de 16 a 18 anos usam o Instagram e o Snapchat no período escolar, e que há uma evasão de jovens da rede por conta do uso intensivo do Facebook por parte dos pais.
Em seu blog, Miller disse ouviu dos adolescentes que “o Facebook não está apenas em queda, mas sim basicamente morto e enterrado”.
“Eles sentem até vergonha se estarem associados à rede. Onde um dia os pais temiam a entrada dos filhos, hoje as crianças alegam que suas famílias pedem para que fiquem no Facebook e postem sobre suas vidas”.

Segundo o professor, os adolescentes britânicos vêm substituindo o Facebook por quatro aplicativos: Twitter, Instagram, Snapchat e WhatsApp. Os entrevistados disseram ao pesquisador que nenhum dos apps é melhor que o Facebook em termos de integração, mas defendem que o WhatsApp é mais prático para mandar mensagens, por exemplo. De acordo com o site inglês Telegraph, o aplicativo já ultrapassou o Facebook em mensagens via celular no Reino Unido.

Realizada nos países Brasil, Chile, China, Índia, Itália, Trinidad e Tobago, Turquia e Reino Unido, a pesquisa sobre a percepção dos jovens em relação à maior rede social do mundo foi dividida em nove etapas, de acordo com o Departamento de Antropologia da universidade em seu site.

Sobre o Brasil, o estudo destaca o aumento do poder aquisitivo da população, que tem influência positiva sobre o aumento do percentual de internautas. Sobre o jovens, o perfil se define basicamente pelo uso de redes sociais e jogos on line.

 

Fonte: R7

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