Sem assinar, complica
É praticamente uma regra nova entre os dirigentes locais, só anunciar qualquer contratação após o contrato assinado. É mais seguro e não frustra a torcida. O América abriu uma exceção com Rodrigo Tiuí e hoje teve que anunciar que o negócio foi desfeito. Logicamente o clube queria agradar o torcedor, que compareceu a sede social em grande número, além de já ser uma notícia bastante comentada em toda rede. Mas, sem contrato assinado, ficou a frustração. Principalmente pela falta de profissionalismo do jogador, que prometeu viajar para resolver sua liberação e não o fez, segundo informou Sérgio Papelim, dirigente do América. O prazo final para a inscrição de jogadores na Copa do Nordeste é dia 8 de fevereiro, o que para uma regularização internacional, a ser feita pelo Correio, é pouco tempo. Uma vaga no ataque foi aberta quando o clube já anunciara que não pensava mais em novas contratações. Ou seja, vai ser necessário correr contra o tempo e começar novamente as buscas.
Sem assinar, mas no falatório
Quem também ainda não assinou contrato, mas que já fala como jogador do ABC é o meia Junior Xuxa, que por várias vezes no Twitter anunciou que vestirá a camisa alvinegra. Outro atleta sem contrato mas que também já disse que verbalmente está tudo certo restando apenas negociar a liberação com o São Caetano é Leandrão. Tudo sem assinar, mas no acordo verbal firmado.
Leilão
Tenho acompanhado com frequência algumas novelas do futebol brasileiro. Contratações milionárias de jogadores comuns que parecem ser a solução de todos os problemas dos clubes envolvidos. Mais recentemente me impressionei com os números sobre Nenê, atacante que já atuou pelo Santos e hoje está no Paris Saint Germain. Salários de quase 500 mil reais por mês era o que oferecia o Peixe. O jogador preferiu o Catar e seus milhares de dólares. Eduardo Vargas, chileno disputado por São Paulo e Grêmio é mais um que faz leilão da forma que quer. Carlos Eduardo, que começou no Grêmio e passou pelo futebol alemão é outro que também está na janela esperando a martelada final. E para finalizar, o ex-jogador Riquelme, que há mais de seis meses não chuta uma bola e é tratado como um craque absoluto. Já foi, pode até voltar a ser, mas aos 35 anos recuperar a boa forma não é nada fácil.
Médico em campo
A morte do jogador Neto Maranhão no treino do Potiguar do Mossoró parece não ter servido de alerta para alguns clubes do Rio Grande do Norte. O que seria necessário acontecer para que medidas preventivas sejam tomadas? O Potiguar de Mossoró não tinha médico no jogo de estreia do clube na competição. Logo o Potiguar, que sofreu na pele a perda de um atleta? O Palmeira de Goianinha também não tinha. Tudo relatado nas súmulas das arbitragens. O regulamento determina a presença de um médico nas delegações.
Média de público
Na primeira rodada uma média de 700 torcedores nos quatro jogos disputados pelo Campeonato Potiguar. O melhor público foi o do Baraúnas, com pouco mais de 1200 torcedores. A pior, quem diria, foi a do Alecrim, que não chegou a 200. Lamentável.


